Exercício físico na gestação

Exercícios físicos são recomendados a todos, inclusive para as  grávidas, trazendo benefícios não apenas para a futura mãe como também para o bebê.

A prática de exercícios físicos reduz o risco de complicações obstétricas, além de auxiliar no controle de ganho de peso da mulher, que teme a possibilidade de ganhar muito peso ao longo da gravidez e não conseguir eliminá-los após o nascimento do bebê.

Alguns cuidados devem ser tomados tanto na hora da prática, como também na hora de escolher o exercício que vai ser praticado, sendo muito recomendadas as atividades físicas realizadas na água, como hidroginástica e natação, uma vez que evitam as forças gravitacionais, diminuindo as dores lombares e o inchaço.

O uso de roupas frescas, evitando altas temperaturas e bebendo muita água para se manter hidratada, são ações muito importantes que devem ser realizadas pela gestante, assim como o uso de protetor solar, e principalmente, uma opinião médica sobre a prática de exercícios físicos durante a gravidez.

O mais importante sempre irá ser o bem estar da mãe e do bebê, então lembre-se, uma alimentação saudável é fundamental, e combinados com exercícios físicos como caminhadas, alongamentos, natação, ioga e pilates, os benefícios para a mãe e para o bebê só tendem a aumentar.

Após a chegada do bebê, é bem provável que você já esteja bem cansada antes mesmo de pensar em fazer exercício. Calma, tudo voltará ao normal e a sua nova rotina tomará seu ritmo, porém, quanto antes você voltar a se exercitar, mais fácil será para seu corpo se acostumar e voltar a sua forma.

 

Cuidados de higiene: cera de ouvido

A higiene dos ouvidos dos bebês é essencial para evitar infecções e problemas que podem prejudicar o desenvolvimento auditivo e da linguagem da criança.

A pergunta frequente das mamães é o que é ou não normal quando falamos da cera de ouvido do bebê, já que é algo muito comum, pois a cera do ouvido é uma substância natural que ajuda a proteger o canal auditivo.

O ouvido do bebê pode ser limpo todos os dias depois do banho, com essa rotina, o canal auditivo ficará sempre livre de excesso de cera que podem provocar infecções.

É indicado o uso de uma toalha, uma fralda de pano ou uma gaze para a limpeza do ouvido da criança, lembrando que esta deve ser feita somente por fora da orelha,sem penetrar nunca no canal auditivo e evitando sempre o uso dos cotonetes.

A cera de ouvido se torna um problema quando o canal do ouvido da criança fica entupido de cera, podendo causar uma diminuição na audição, dores de ouvido e coceira. A cera normal é fina e possui uma cor amarelada.

Caso ocorra uma produção de cera em excesso no ouvido da criança, a visita ao consultório médico para fazer uma limpeza torna-se inevitável.

O nosso ouvido é “autolimpante” e na maioria dos casos o excesso de cera é eliminado naturalmente, assim acontece com os bebês. Para prevenir o excesso de cera e diminuir o risco de infecções, é importante que a criança esteja sempre bem hidratada e consulte um especialista sempre que necessário.

Agenda 2017 – Cursos e Workshops

Neste ano, teremos novas datas para compartilhar experiências.

Te esperamos nas datas abaixo:

 

Posições da gestante dormir

Uma dúvida frequente das futuras mamães é a forma que devem dormir durante a gestação, levando em conta o conforto do bebê e o seu próprio.

A posição correta para a gestante dormir é importante para garantir o seu conforto, diminuindo a dor no pescoço e nas costas, garantindo a boa circulação sanguínea e sendo também importante para garantir a segurança e o bom desenvolvimento do bebê.

Nos primeiros meses de gestação as mulheres não costumam reclamar muito da dificuldade de achar uma posição agradável, já que a barriga ainda está pequena, e até mesmo a posição de bruços é possível.

Após os seis meses que as dificuldades e preocupações na hora do sono começam a aparecer, o mais indicado é a gestante dormir virada para o lado esquerdo, lado do coração, melhorando a circulação sanguínea e, consequentemente, fazendo o sangue flui melhor pelo cordão umbilical, enviando mais oxigênio e nutrientes para o bebê durante a noite.

É recomendado também o uso de travesseiros entre as pernas diminuindo a rotação do quadril e aliviando a dor nas costas.

No final da gestação a posição de bruços ou de barriga para cima já não é tão confortável, assim como dormir virada para o lado direito, já que  essa posição comprime as artérias uterinas que nutrem o bebê, fazendo com que ele receba menos oxigênio.

O ideal sempre vai ser a gestante buscar a sua melhor posição e tentar, apesar do desconforto natural do final da gestação, ter uma boa noite de sono.

 

Mudanças no intestino da gestante

Durante a gestação, muitas mudanças ocorrem com o corpo da mulher e, entre os relatos das grávidas, a prisão de ventre é um dos incômodos mais frequentes.

Quando grávida, existe um aumento da taxa de progesterona, que diminui o ritmo intestinal. Já na reta final da gravidez, o intestino da mulher é pressionado pelo útero, facilitando a constipação, gases e se não houver um movimento bom, pode causar hemorroidas.

Para a gestante, a ida ao banheiro dia sim, dia não, está dentro dos padrões, desde que as fezes estejam com uma consistência normal, ficando atenta sempre que houver o endurecimento delas.  

É indicado que em casos de prisão de ventre, por exemplo, que a mulher tome laxantes naturais, à base de ameixa ou de fibras, para estimular o bolo fecal. A ingestão de água mineral também é de extrema importância quando o assunto tem a ver com intestino, sendo necessário, em média, dois litros de água por dia.

As fibras devem sempre estar inclusas nas refeições das gestantes, assim como folhas verdes e produtos integrais, já que estes, ajudam a regular o intestino.

Comidas como massas, queijos, brócolis, berinjela, repolho, refrigerantes devem ser diminuídas, principalmente no período da noite, porque comemos e deitamos, acumulando gases. Se torna essencial manter uma alimentação saudável e nutritiva, praticando alguns exercícios físicos leves, sempre com acompanhamento de um médico especialista.

 

Leite materno: analgésico natural

Que o leite materno é o melhor alimento pro bebê nós já sabemos, mas o que muitos não sabem é que  pode ser o analgésico mais eficiente também.

Estudos comprovam que as substâncias presentes no leite materno são capazes de diminuir a dor durante a vacinação e o teste do pezinho por exemplo, acalmando e distraindo o bebê. Mais potente do que qualquer vacina, sozinho pode evitar 13% das mortes de crianças com menos de 5 anos.

O sucesso na amamentação depende de fatores como a forma que o bebê deve ser ajustado confortavelmente no seio da mãe, mesmo havendo algumas dificuldades iniciais.

As primeiras mamadas são fundamentais para o bebê, já que inicialmente eles se alimentam do colostro, um líquido amarelado e com aspecto aguado que sai dos seios da mãe. Nele contém vários tipos de glóbulos brancos e grande quantidades de anticorpos, criando uma blindagem contra microorganismos e ataques por vírus.

É normal que a fome e a sede da mãe após o parto e durante a amamentação seja maior, pois para a produção de 1 litro de leite são necessárias mais ou menos 940 calorias. Por isso, manter uma alimentação balanceada, equilibrando uma variedade de pães, cereais, frutas e verduras, além de derivados do leite, se torna essencial.  

A amamentação não possui desvantagens,  pois o leite materno só oferece nutrientes para a criança crescer forte e saudável, além de aumentar e fortalecer o vínculo com a mãe.

 

Pé chato

O “pé chato” como é chamado, é quando o arco normal do pé é menor ou não existe, o que faz com que a criança caminhe apoiando toda a planta do pé no chão.

A maior parte dos bebês nascem com o pezinho chato, e acredite, isso é normal, pois o arco ainda não se desenvolveu completamente e também, por terem mais gordura na parte de cima dos pés, nos dando a impressão de aplanamento.

Com o crescimento, normalmente ocorre mudanças na forma do pé da criança, mas em alguns casos, persiste até a idade adulta. Até os dois anos de idade a musculatura ainda está se formando e as primeiras visitas ao ortopedista devem ser feitas nesta mesma época.

O diagnóstico completo só pode ser feito após os cinco anos, quando o desenvolvimento muscular da criança já está completo.

Andar descalço, na ponta dos pés, caminhar na areia, correr, praticar ballet e andar de bicicleta são ótimos aliados na hora de ajudar a formar o arco do pé, tendo uma intervenção cirúrgica somente se a criança sentir dores intensas nos pés e já ter tentado tratamentos mais simples.

Enquanto os ossos da criança estiverem crescendo, o “pé chato” pode ser corrigido sem nenhum tratamento específico, levando em conta a necessidade de estimular a musculatura do pé, sem forçar a capacidade da criança.

Gravidez e tabagismo

Já estamos cansados de saber o quanto fumar faz mal a saúde, mas as futuras mamães devem ter um cuidado especial quanto a isso, já que as substâncias presentes no cigarro não prejudicam só elas.

Mas parece que essa conscientização ainda precisa de uma atenção especial, visto que  87% das fumantes que engravidam não abrem mão do cigarro durante a gestação.  

O tabagismo pode causar sérias complicações ao bebê, que ainda na barriga, absorve o que está no sangue da mãe.

Uma mulher fumante além do oxigênio no sangue, passa para a criança o monóxido de carbono, que é liberado na fumaça do cigarro, sem contar a nicotina, que estreita os vasos sanguíneos, dificultando a passagem de nutrientes e oxigênio para o bebê.

Estes problemas causam problemas no desenvolvimento, risco de parto prematuro e problemas respiratórios.

A gravidez em si já traz para a mãe algumas complicações como a hipertensão e a diabetes gestacional, porém, uma mulher fumante pode enfrentar durante a gestação problemas como hemorragias, dores fortes de cabeça, destruição de nutrientes e ainda sofrer um aborto espontâneo.

Filhos de fumantes possuem uma capacidade pulmonar duas vezes menor do que de filhos de gestantes que não fumaram durante a gravidez. Quanto maior o número de cigarros consumidos ao dia, maior são as chances do bebê apresentar mudanças no organismo.

Não fumar é o ideal!
As mulheres que se preparam para ser mães, o recomendado é que deixem de fumar pelo menos 6 meses antes da gestação, para assim garantir a sua saúde e a do seu filho.

 

Dilatação gestacional

Em muitos casos, é de desejo da mãe e do bebê, o parto normal. Neste caso, o pequeno se posicione com a cabeça para baixo, de modo que consiga sair pelo canal vaginal, de forma que a criança fica encaixada entre o osso da pélvis da mãe.

A dilatação é a abertura do colo do útero para proporcionar um caminho de saída para o bebê nascer de parto normal. A cérvix (cérvice ou colo do útero) é a porção inferior e estreita do útero, quando ele se une com a porção final superior da vagina, é ela que começa a dilatar e a ficar mais fina preparando-se para passagem do bebê.
De forma surpreendente, o colo do útero é capaz de abrir-se até 10 cm na fase de dilatação.

Foto: maemequer.pt

Essa abertura acontece de forma lenta e gradual através das contrações.
As contrações empurram o pequeno ainda mais para baixo no colo do útero, fazendo com que ele se dilate. É a combinação de hormônios e da pressão da cabeça do bebê que causa a dilatação gestacional.

As contrações indicam o avanço do nascimento, veja na tabela:

Contrações a cada 5 minutos Contrações a cada 3-4 minutos Contrações a cada 2-3 minutos Contrações a cada 1-2 minutos
Média de 5 cm de dilatação Média de 6 cm de dilatação Média de 8 cm de dilatação Média de 10 cm de dilatação

Fonte (tabela): gestacaobebe.com.br

A dilatação é medida em centímetros. Em exames vaginais, mede-se pelo número de dedos que cabem na abertura do colo do útero – se a ponta de um dedo encaixa, significa 1cm de dilatação, se duas pontas encaixam, há 2cm de dilatação, e assim por diante.

 

Horários de Carnaval 2017

Queridas clientes e pacientes do Nasce!

Vamos dar uma paradinha nos dias do Carnaval, mas voltamos com a alegria do feriadão para atender todas vocês.

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