Estomatite infantil

A estomatite trata-se de uma inflamação na região da boca, provocada por um vírus e que se caracteriza pelo aparecimento de aftas, acompanhadas de dor, febre e muito desconforto.

Não é à toa que as crianças ficam irritadas e com dificuldade de se alimentar, assustando as mamães.

A maioria dos casos de estomatite infantil afeta não só a boca da criança, mas também pode atingir a garganta e esôfago. Normalmente, o vírus responsável é o da herpes simples (HSV-1), se aproveitam de momentos de baixa imunidade, provocados por uma gripe, por exemplo, para entrar em ação, por isso, no outono e no inverno, os episódios são mais frequentes, por ser uma temporada de gripes e resfriados que torna o sistema imunológico mais vulnerável.

O contágio pode acontecer por contato pele a pele e também pelo fato de colocar a mão suja na boca, por isso é importante lavar as mãos das crianças com frequência e procurar evitar que ele coloque os brinquedos na boca.

Diagnosticar a estomatite infantil é relativamente simples, um pediatra pode detectar com facilidade com um exame clínico simples.

O tratamento da estomatite infantil é feito a base de analgésicos que tem por objetivo de aliviar as  dores e mantendo a boca do bebê sempre limpa. As crises de estomatite podem durar de uma semana a dez dias mas abrandando com o passar do tempo.

Durante o tratamento, a alimentação do bebê vai exigir alguns cuidados especiais, por isso, é importante evitar alimentos ácidos, optar por refeições pastosos ou líquidos como sopas e procurar alimentos mais frios, facilitando para o bebê ingerir.

 

Cuidados com os pés do bebê

Os pés dos bebês sempre chamam atenção, por serem tão pequenos e delicados, e devem ser  cuidados desde cedo, por isso, as mamães precisam observar com atenção os pezinhos de seus bebês, principalmente na hora dos primeiros passos.

Até os 9 meses de idade, os pés são constituídos por uma cartilagem frágil e muito maleável, dando assim uma grande mobilidade e flexibilidade, sendo necessário um cuidado especial.

Sapatos precisam se encaixar perfeitamente aos pezinhos do bebê, de forma natural e confortável. Ao comprar um calçado, observe se o mesmo oferece segurança, se o calcanhar está bem encaixado e se os dedos não estão encostando no limite do bico.

Sapatos com bicos arredondados são os mais indicados para bebês e crianças até 5 anos, fase em que a estrutura muscular e óssea ainda está em desenvolvimento.

Bebês que ainda não andam e nem engatinham não têm a necessidade de calçar sapatos e meias, principalmente em dias quentes, deixá-los descalços é de extrema importância para que o crescimento e o desenvolvimento seja feito de maneira natural e segura.

Outro fator muito importante é a higiene e cuidados diários com os pés, secar bem entre os dedos após o banho e manter as unhas cortadas e limpas influenciam diretamente na saúde dos pés, além de variar os calçados usados e não deixar a criança muitas horas por dia com os mesmos.

As crianças não têm os anticorpos completamente fortalecidos, estando mais propensas a atrair doenças, por isso, lugares públicos como praias e piscinas são repletos de microrganismos nocivos à saúde, o cuidado ao deixar seu bebê andar descalço por esses lugares deve ser maior. 

Lembrando que a prevenção, vigilância e tratamento dos pés durante a infância evitará futuros problemas nos joelhos,quadril e coluna, garantindo a saúde e o bem estar do adulto, além de muitos anos a mais de boas caminhadas.

Diabete gestacional

Várias mudanças ocorrem no  metabolismo da mulher durante a gestação, uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar – ou até mesmo bloquear – a ação da insulina materna.

A diabete gestacional ocorre quando mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue, gerando uma situação de risco para a gestante e para o bebê, mas que pode ser controlada, possibilitando uma gestação tranquila e saudável.

Duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença. Em ambos os casos, influenciá-lo para o bem é o mais importante, tendo uma orientação médica, o controle da diabete durante toda a gestação se torna muito simples.  

O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e apresentar problemas respiratórios.

Fatores como obesidade, idade e hereditariedade influenciam no risco da mulher ter diabete durante a gravidez, assim como ter tido gestações anteriores com bebês que nasceram com mais de 4kg.

No tratamento para controlar a diabete gestacional, uma alimentação saudável com a diminuição de doces e cafeína e a prática de exercícios físicos moderados são o primeiro passo, porém, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle da alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina.

A partir de um mês e meio após o parto,  é muito provável que a taxa de açúcar no sangue tenha voltado ao normal, porém, mulheres que tiveram diabete gestacional são mais propensas a ter diabete mais tarde e devem ficar mais atentas, realizando o exame de glicemia com mais frequência.

 

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