Cuidados com o bebê no inverno

O inverno é uma época que exige alguns cuidados especiais ao bebê, que por ainda não possuir as defesas fortalecidas, é exposto a gripes e resfriados característicos da estação fria.

No tempo frio, é comum que a pele da criança fique mais desidratada, por isso, é importante passar creme hidratante hipoalergênico sem perfume após o banho e nos lábios, que tendem a ficar rachados, principalmente quando a saliva seca na boca, o uso de protetor labial é o mais indicado.

Os bebês menores que um ano quase só respiram pelo nariz, que é a porta de entrada para agentes infecciosos, poluição, fungos, pólen e outras partículas que andam no ar e que podem provocar alergias, e constipações, por isso, manter o nariz do bebê bem limpo e desobstruído é fundamental para prevenir problemas respiratórios, que são frequentes no inverno.

Tomar banho no inverno pode ser difícil, mas é uma higiene necessária, por isso, indicamos esquentar o banheiro antes de despir o bebê, encurtar a duração do banho para no máximo 5 minutos e com a temperatura da água perto dos 37 ºC.

Na hora de vestir a criança prefira peças interiores em algodão para deixar a pele respirar e evitar alergias, pode começar por um body e uns collants, uma camisola e um par de calças e um macacão ou casaco. Caso o bebê se mostrar mais irritado pode estar com calor, vá retirando peças até o sentir confortável.

Neste clima frio, mantenha seu bebê bem alimentado e aconchegado em lugares limpos e arejados, visando o seu bem estar e saúde para enfrentar as baixas temperaturas.  

Importância de o bebê engatinhar

O ato de engatinhar ajuda a fortalecer os músculos do bebê para que depois ele seja capaz de andar, e é o primeiro modo de se locomover por conta própria.

Se torna também muito importante para o desenvolvimento e amadurecimento psicológico da criança, que irá conhecer melhor o seu próprio corpo e suas capacidades de se movimentar sem a ajuda dos pais.

A maioria dos bebês aprende a engatinhar entre os 6 e os 10 meses, mas há crianças que nem chegam a engatinhar, preferindo rolar, arrastar-se sentadas ou ficar direto em pé com algum apoio.

Para as crianças, se locomover é a parte importante, não interessa de que forma.

Para estimular a locomoção do bebê dentro de casa, pode ser usado objetos que ele goste ou até mesmo a presença da mãe fora do seu alcance mas em seu campo de visão, isso vai ajudá-lo a ficar mais confiante, além de reforçar sua velocidade e sua agilidade.

Não deixe a criança brincando sozinha!

Nesta fase ele está se sentindo livre para explorar novos espaços e pode ser exposta a perigos dentro de casa, então o ideal é verificar desníveis no piso, fechar tomadas, tomar cuidado com móveis que a criança pode vir a bater a cabeça e principalmente estar sempre por perto.

Cada bebê desenvolve suas habilidades em ritmos diferentes, porém, se a criança chegar a 1 ano de idade sem demonstrar nenhum interesse em se locomover (seja se arrastando, engatinhando ou rolando), ou não tiver descoberto como mexer os braços e as pernas num movimento semelhante, o pediatra deve ser comunicado.

Lembrando também que bebês que nasceram prematuros podem atingir esse e outros marcos do desenvolvimento vários meses depois que as outras crianças da mesma idade.

Cuidados com os pés do bebê

Os pés dos bebês sempre chamam atenção, por serem tão pequenos e delicados, e devem ser  cuidados desde cedo, por isso, as mamães precisam observar com atenção os pezinhos de seus bebês, principalmente na hora dos primeiros passos.

Até os 9 meses de idade, os pés são constituídos por uma cartilagem frágil e muito maleável, dando assim uma grande mobilidade e flexibilidade, sendo necessário um cuidado especial.

Sapatos precisam se encaixar perfeitamente aos pezinhos do bebê, de forma natural e confortável. Ao comprar um calçado, observe se o mesmo oferece segurança, se o calcanhar está bem encaixado e se os dedos não estão encostando no limite do bico.

Sapatos com bicos arredondados são os mais indicados para bebês e crianças até 5 anos, fase em que a estrutura muscular e óssea ainda está em desenvolvimento.

Bebês que ainda não andam e nem engatinham não têm a necessidade de calçar sapatos e meias, principalmente em dias quentes, deixá-los descalços é de extrema importância para que o crescimento e o desenvolvimento seja feito de maneira natural e segura.

Outro fator muito importante é a higiene e cuidados diários com os pés, secar bem entre os dedos após o banho e manter as unhas cortadas e limpas influenciam diretamente na saúde dos pés, além de variar os calçados usados e não deixar a criança muitas horas por dia com os mesmos.

As crianças não têm os anticorpos completamente fortalecidos, estando mais propensas a atrair doenças, por isso, lugares públicos como praias e piscinas são repletos de microrganismos nocivos à saúde, o cuidado ao deixar seu bebê andar descalço por esses lugares deve ser maior. 

Lembrando que a prevenção, vigilância e tratamento dos pés durante a infância evitará futuros problemas nos joelhos,quadril e coluna, garantindo a saúde e o bem estar do adulto, além de muitos anos a mais de boas caminhadas.

Problemas de pele que as gestantes enfrentam durante o inverno

Durante a gestação é bem comum que as mamães notem algumas manchas em sua pele, ou até um certo escurecimento de algumas partes do corpo, como dos mamilos, das axilas e da linha média abdominal. Isso acontece devido às alterações hormonais na qual estão passando.

A pele da gestante tende a ser mais ressecada do que o normal, principalmente depois do segundo trimestre de gravidez, e nesse quesito, o tempo frio que é tão amado pelas mamães que dormem melhor e não sofrem tanto com inchaços nesta temporada, se torna o maior inimigo da pele.

O inverno é uma estação que maltrata a pele da maioria das pessoas, mas especialmente das gestantes, que devem ter um cuidado especial com sua pele, prevenindo o aparecimento de manchas e estrias ao longo da gestação.

Para evitar principalmente o ressecamento da pele, os cuidados com o banho são fundamentais, eles não devem ser demorados nem muito quentes. Além disso, o uso de hidratantes é essencial, pois a pele desidratada apresenta maior facilidade ao aparecimento de estrias.

É importante também que não haja o esquecimento do uso do filtro solar, mesmo em dias frios e chuvosos, pois temos que levar em conta que os raios UV estão presentes mesmo quando o sol não está tão forte sobre nós.

O uso de roupas com 100% algodão são uma alternativa de prevenção, já que  tecidos mistos e sintéticos acabam prejudicando a transpiração, podendo ocasionar coceira e brotoejas.

Procure um médico especialista para que ele possa avaliar a pele e indicar o uso de produtos adequados para cada fase da gestação, sugerindo uma alimentação saudável e o consumo de bastante água, que ajudará na hidratação.

Diabete gestacional

Várias mudanças ocorrem no  metabolismo da mulher durante a gestação, uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar – ou até mesmo bloquear – a ação da insulina materna.

A diabete gestacional ocorre quando mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue, gerando uma situação de risco para a gestante e para o bebê, mas que pode ser controlada, possibilitando uma gestação tranquila e saudável.

Duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença. Em ambos os casos, influenciá-lo para o bem é o mais importante, tendo uma orientação médica, o controle da diabete durante toda a gestação se torna muito simples.  

O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e apresentar problemas respiratórios.

Fatores como obesidade, idade e hereditariedade influenciam no risco da mulher ter diabete durante a gravidez, assim como ter tido gestações anteriores com bebês que nasceram com mais de 4kg.

No tratamento para controlar a diabete gestacional, uma alimentação saudável com a diminuição de doces e cafeína e a prática de exercícios físicos moderados são o primeiro passo, porém, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle da alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina.

A partir de um mês e meio após o parto,  é muito provável que a taxa de açúcar no sangue tenha voltado ao normal, porém, mulheres que tiveram diabete gestacional são mais propensas a ter diabete mais tarde e devem ficar mais atentas, realizando o exame de glicemia com mais frequência.

 

Feliz Dia das Mães

Desejamos a todas as nossas queridas mamães um especial Dia das Mães. Com certeza o melhor presente está no seu ventre ou no seu colo. ❤

Adoramos esse vídeo para demonstrar como é lindo ser mãe desde o primeiro segundo.

 

Cafeína na gestação

A cafeína é uma das substâncias mais consumidas no mundo, e ao contrário do que muitos pensam, não está presente apenas nas xícaras de café, mas nos refrigerantes de cola, nos chás, chocolates e algumas medicações.

Cerca de 95% das mulheres grávidas ingerem cafeína diariamente, seja através da alimentação ou de alguma medicação, se tornando importante considerar os efeitos que essa substância traz para mamãe e para o bebê.

Há estudos de que o consumo exagerado de cafeína pela mulher durante a gestação pode aumentar as chances de o bebê nascer antes do tempo, com baixo peso e aumenta o risco de aborto.

As futuras mamães não precisam se alarmar pensando que devem parar completamente de ingerir cafeína, pois o consumo da mesma, em doses baixas, não traz prejuízos para a gravidez e nem para o desenvolvimento do bebê. Uma mulher grávida pode consumir até 300mg de cafeína por dia, o equivalente a quatro xícaras de café solúvel (75 mg de cafeína por xícara) ou três de café fresco ou ainda 400 gramas de chocolate.

O nosso organismo leva de quatro a seis horas para eliminar os efeitos da cafeína no corpo, a mulher grávida leva 18 horas para fazer o mesmo.

A cafeína é um estimulante que aumenta o seu ritmo cardíaco e o metabolismo, o que consequentemente afeta a forma que o bebê se sente. Embora esse tipo de estímulo, constante, não seja saudável para o bebê, breves momentos não chegam a fazer mal.

O cafezinho está liberado, desde que em doses controladas, mas o ideal é sempre consultar o médico para que o consumo da cafeína não prejudique sua gravidez e o seu bebê.

O que fazer quando a bolsa estoura

Durante a gravidez, o bebê está protegido, no útero, dentro de uma membrana, que fica cheia de líquido amniótico.

Quando a bolsa do líquido amniótico estourar, é importante manter a calma, não se desespere. O ideal a fazer é limpar-se, colocar uma roupa seca, um absorvente, ligar para o médico e ir para a maternidade, pois tudo indica que o bebê vai nascer.

Não é difícil identificar se a bolsa realmente estourou, já que a perda de água é intensa e, ao contrário da urina, a gestante não consegue controlar.

Normalmente ocorre depois do trabalho de parto ter início e somente 10% das gestantes, têm a ruptura repentina, antes mesmo de o trabalho de parto começar.


O líquido pode ser transparente ou amarelado, e vir com um pouco de sangue junto, fique atenta se este estiver escuro ou esverdeado, é preciso ir imediatamente para a maternidade, essa coloração pode indicar, por exemplo, que houve um descolamento de placenta.

A bolsa d’água, tem a função de proteger o bebê contra traumas e infecções. Depois que ela se rompe, o parto ocorre, no máximo, nas 48 horas seguintes, porém, alguns obstetras optam por induzir o nascimento com medicamentos, a fim de evitar infecções.

Se a bolsa estourar antes da 37ª semana, procure seu obstetra, que vai verificar se a bolsa rompeu e, se tiver rompido, verificar a necessidade de se adiar o parto ou fazê-lo no momento para evitar infecções ou complicações.

São as últimas semanas de gestação, a ansiedade e o nervosismo crescem, sendo importante manter a calma nesse período, prezando a saúde da mãe e do bebê, tendo sempre um acompanhamento médico.

 

Exercício físico na gestação

Exercícios físicos são recomendados a todos, inclusive para as  grávidas, trazendo benefícios não apenas para a futura mãe como também para o bebê.

A prática de exercícios físicos reduz o risco de complicações obstétricas, além de auxiliar no controle de ganho de peso da mulher, que teme a possibilidade de ganhar muito peso ao longo da gravidez e não conseguir eliminá-los após o nascimento do bebê.

Alguns cuidados devem ser tomados tanto na hora da prática, como também na hora de escolher o exercício que vai ser praticado, sendo muito recomendadas as atividades físicas realizadas na água, como hidroginástica e natação, uma vez que evitam as forças gravitacionais, diminuindo as dores lombares e o inchaço.

O uso de roupas frescas, evitando altas temperaturas e bebendo muita água para se manter hidratada, são ações muito importantes que devem ser realizadas pela gestante, assim como o uso de protetor solar, e principalmente, uma opinião médica sobre a prática de exercícios físicos durante a gravidez.

O mais importante sempre irá ser o bem estar da mãe e do bebê, então lembre-se, uma alimentação saudável é fundamental, e combinados com exercícios físicos como caminhadas, alongamentos, natação, ioga e pilates, os benefícios para a mãe e para o bebê só tendem a aumentar.

Após a chegada do bebê, é bem provável que você já esteja bem cansada antes mesmo de pensar em fazer exercício. Calma, tudo voltará ao normal e a sua nova rotina tomará seu ritmo, porém, quanto antes você voltar a se exercitar, mais fácil será para seu corpo se acostumar e voltar a sua forma.

 

Cuidados de higiene: cera de ouvido

A higiene dos ouvidos dos bebês é essencial para evitar infecções e problemas que podem prejudicar o desenvolvimento auditivo e da linguagem da criança.

A pergunta frequente das mamães é o que é ou não normal quando falamos da cera de ouvido do bebê, já que é algo muito comum, pois a cera do ouvido é uma substância natural que ajuda a proteger o canal auditivo.

O ouvido do bebê pode ser limpo todos os dias depois do banho, com essa rotina, o canal auditivo ficará sempre livre de excesso de cera que podem provocar infecções.

É indicado o uso de uma toalha, uma fralda de pano ou uma gaze para a limpeza do ouvido da criança, lembrando que esta deve ser feita somente por fora da orelha,sem penetrar nunca no canal auditivo e evitando sempre o uso dos cotonetes.

A cera de ouvido se torna um problema quando o canal do ouvido da criança fica entupido de cera, podendo causar uma diminuição na audição, dores de ouvido e coceira. A cera normal é fina e possui uma cor amarelada.

Caso ocorra uma produção de cera em excesso no ouvido da criança, a visita ao consultório médico para fazer uma limpeza torna-se inevitável.

O nosso ouvido é “autolimpante” e na maioria dos casos o excesso de cera é eliminado naturalmente, assim acontece com os bebês. Para prevenir o excesso de cera e diminuir o risco de infecções, é importante que a criança esteja sempre bem hidratada e consulte um especialista sempre que necessário.

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