Importância de o bebê engatinhar

O ato de engatinhar ajuda a fortalecer os músculos do bebê para que depois ele seja capaz de andar, e é o primeiro modo de se locomover por conta própria.

Se torna também muito importante para o desenvolvimento e amadurecimento psicológico da criança, que irá conhecer melhor o seu próprio corpo e suas capacidades de se movimentar sem a ajuda dos pais.

A maioria dos bebês aprende a engatinhar entre os 6 e os 10 meses, mas há crianças que nem chegam a engatinhar, preferindo rolar, arrastar-se sentadas ou ficar direto em pé com algum apoio.

Para as crianças, se locomover é a parte importante, não interessa de que forma.

Para estimular a locomoção do bebê dentro de casa, pode ser usado objetos que ele goste ou até mesmo a presença da mãe fora do seu alcance mas em seu campo de visão, isso vai ajudá-lo a ficar mais confiante, além de reforçar sua velocidade e sua agilidade.

Não deixe a criança brincando sozinha!

Nesta fase ele está se sentindo livre para explorar novos espaços e pode ser exposta a perigos dentro de casa, então o ideal é verificar desníveis no piso, fechar tomadas, tomar cuidado com móveis que a criança pode vir a bater a cabeça e principalmente estar sempre por perto.

Cada bebê desenvolve suas habilidades em ritmos diferentes, porém, se a criança chegar a 1 ano de idade sem demonstrar nenhum interesse em se locomover (seja se arrastando, engatinhando ou rolando), ou não tiver descoberto como mexer os braços e as pernas num movimento semelhante, o pediatra deve ser comunicado.

Lembrando também que bebês que nasceram prematuros podem atingir esse e outros marcos do desenvolvimento vários meses depois que as outras crianças da mesma idade.

Cuidados com os pés do bebê

Os pés dos bebês sempre chamam atenção, por serem tão pequenos e delicados, e devem ser  cuidados desde cedo, por isso, as mamães precisam observar com atenção os pezinhos de seus bebês, principalmente na hora dos primeiros passos.

Até os 9 meses de idade, os pés são constituídos por uma cartilagem frágil e muito maleável, dando assim uma grande mobilidade e flexibilidade, sendo necessário um cuidado especial.

Sapatos precisam se encaixar perfeitamente aos pezinhos do bebê, de forma natural e confortável. Ao comprar um calçado, observe se o mesmo oferece segurança, se o calcanhar está bem encaixado e se os dedos não estão encostando no limite do bico.

Sapatos com bicos arredondados são os mais indicados para bebês e crianças até 5 anos, fase em que a estrutura muscular e óssea ainda está em desenvolvimento.

Bebês que ainda não andam e nem engatinham não têm a necessidade de calçar sapatos e meias, principalmente em dias quentes, deixá-los descalços é de extrema importância para que o crescimento e o desenvolvimento seja feito de maneira natural e segura.

Outro fator muito importante é a higiene e cuidados diários com os pés, secar bem entre os dedos após o banho e manter as unhas cortadas e limpas influenciam diretamente na saúde dos pés, além de variar os calçados usados e não deixar a criança muitas horas por dia com os mesmos.

As crianças não têm os anticorpos completamente fortalecidos, estando mais propensas a atrair doenças, por isso, lugares públicos como praias e piscinas são repletos de microrganismos nocivos à saúde, o cuidado ao deixar seu bebê andar descalço por esses lugares deve ser maior. 

Lembrando que a prevenção, vigilância e tratamento dos pés durante a infância evitará futuros problemas nos joelhos,quadril e coluna, garantindo a saúde e o bem estar do adulto, além de muitos anos a mais de boas caminhadas.

Cuidados de higiene: cera de ouvido

A higiene dos ouvidos dos bebês é essencial para evitar infecções e problemas que podem prejudicar o desenvolvimento auditivo e da linguagem da criança.

A pergunta frequente das mamães é o que é ou não normal quando falamos da cera de ouvido do bebê, já que é algo muito comum, pois a cera do ouvido é uma substância natural que ajuda a proteger o canal auditivo.

O ouvido do bebê pode ser limpo todos os dias depois do banho, com essa rotina, o canal auditivo ficará sempre livre de excesso de cera que podem provocar infecções.

É indicado o uso de uma toalha, uma fralda de pano ou uma gaze para a limpeza do ouvido da criança, lembrando que esta deve ser feita somente por fora da orelha,sem penetrar nunca no canal auditivo e evitando sempre o uso dos cotonetes.

A cera de ouvido se torna um problema quando o canal do ouvido da criança fica entupido de cera, podendo causar uma diminuição na audição, dores de ouvido e coceira. A cera normal é fina e possui uma cor amarelada.

Caso ocorra uma produção de cera em excesso no ouvido da criança, a visita ao consultório médico para fazer uma limpeza torna-se inevitável.

O nosso ouvido é “autolimpante” e na maioria dos casos o excesso de cera é eliminado naturalmente, assim acontece com os bebês. Para prevenir o excesso de cera e diminuir o risco de infecções, é importante que a criança esteja sempre bem hidratada e consulte um especialista sempre que necessário.

Pé chato

O “pé chato” como é chamado, é quando o arco normal do pé é menor ou não existe, o que faz com que a criança caminhe apoiando toda a planta do pé no chão.

A maior parte dos bebês nascem com o pezinho chato, e acredite, isso é normal, pois o arco ainda não se desenvolveu completamente e também, por terem mais gordura na parte de cima dos pés, nos dando a impressão de aplanamento.

Com o crescimento, normalmente ocorre mudanças na forma do pé da criança, mas em alguns casos, persiste até a idade adulta. Até os dois anos de idade a musculatura ainda está se formando e as primeiras visitas ao ortopedista devem ser feitas nesta mesma época.

O diagnóstico completo só pode ser feito após os cinco anos, quando o desenvolvimento muscular da criança já está completo.

Andar descalço, na ponta dos pés, caminhar na areia, correr, praticar ballet e andar de bicicleta são ótimos aliados na hora de ajudar a formar o arco do pé, tendo uma intervenção cirúrgica somente se a criança sentir dores intensas nos pés e já ter tentado tratamentos mais simples.

Enquanto os ossos da criança estiverem crescendo, o “pé chato” pode ser corrigido sem nenhum tratamento específico, levando em conta a necessidade de estimular a musculatura do pé, sem forçar a capacidade da criança.

Como lavar os cabelos do bebê?

Especialmente nos primeiros meses lavar os cabelos do bebê pode causar um certo medo nas mães, porém com algumas informações não há o que temer.

É importante que você se certifique que o ambiente escolhido para dar o banho não tem correntes de vento. Pois a cabeça do pequeno é uma região de grande troca de calor, e seu filho passará frio se ficar com os cabelos molhados por muito tempo.

O melhor período do dia para o banho vai depender muito do comportamento do seu filho, alguns bebês ficam mais sonolentos após o banho, e por isso, recomenda-se um banho com lavagem dos cabelos no fim do dia.

No inverno e em dias mais fresquinhos, recomenda-se que as lavagens sejam feitas em dias alternados. Mas, se há crostas lácteas – aquelas casquinhas que descamam no couro cabeludo -, esse cuidado deve ser diário, pois a transpiração agrava o quadro.

Até o sexto mês, o duto auditivo da criança é mais reto, o que facilita a entrada de água no ouvido. Embora as principais causas de otite nessa fase estejam relacionadas a resfriados e a técnicas erradas de amamentação, é melhor não facilitar.

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Veja algumas dicas mais pontuais para o banho:

1. Aqueça a água até atingir cerca de 36 a 37 graus.

2. Coloque o bebê na banheira e lave primeiro o rosto dele, apenas com água.

3. Apoie a cabeça da criança em uma das mãos posicionando seu dedo médio na entrada de um ouvido e o polegar no outro, para evitar a entrada de água.

4. Com a mão livre, aplique uma pequena quantidade de xampu deslizando os dedos delicadamente ao longo da cabeça.

5. Enxágue jogando água com a mão em concha, em pequenas quantidades, no sentido da testa para a nuca, sempre tomando cuidado para que não entre nenhuma gota no ouvido.

6. Termine o banho rapidamente e envolva o bebê em uma toalha, secando-o sem esfregar.

7. Depois de enxugar os cabelos, seque também a parte externa do ouvido, com um cotonete, e a parte de trás das orelhas, para evitar assaduras.

8. Dez minutos de banho é o limite para evitar o ressecamento da pele.

9. Use o sabonete líquido indicado pelo pediatra para o banho para lavar a cabeça da criança. Depois dos seis meses você pode escolher um xampu específico, prefira as fórmulas especiais para bebês, que não ardem em contato com os olhos e têm pH neutro.

 

Exames: Translucência nucal

Translucência nucal é um exame, realizado através do ultrassom morfológico. Seu principal objetivo é ajudar a detectar o risco de síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas, além de problemas cardíacos.

Neste exame precisa ser feito entre 11 e 14 semanas de gravidez, pois a partir de 14 semanas não dá mais para fazer o exame, isso porque o espaço deixa de ser transparente na imagem do ultrassom.

Um espaço específico na nuca do bebê é medido, assim bebês que tenham alguma anomalia tendem a acumular mais líquido nessa região da nuca, por isso uma medida acima da média normal é considerada um possível indicador de algum problema.

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Durante o mesmo exame, também se verifica a presença do osso nasal. A ausência desse osso pode ser mais um indicador de anormalidade.

Às vezes, o resultado da medida da translucência nucal é combinado com o resultado de um exame de sangue feito na mãe, gerando uma avaliação do risco da presença de alguma síndrome cromossômica.

Lembre-se! 

O exame de translucência nucal não é um diagnóstico, ele apenas dá indicações da possibilidade da presença de alguma síndrome ou malformação. Outras investigações serão feitas pelo seu médico com base no resultado dos exames.

Primeiro bebê a nascer em Porto Alegre em 2017 faz parte da história do Nasce

O primeiro bebê de 2017, em Porto Alegre, é da família Nasce!

O obstetra Gustavo Steibel ajudou os pais Vladimir e Fernanda a trazer a pequena Rafaela ao mundo.
Parabéns aos pais, ao Dr. Gustavo e a todas as futuras mamães de 2017.

Abaixo reportagem completa do jornal Correio do Povo de 01 de janeiro de 2017.

Primeiro bebê a nascer em Porto Alegre em 2017 é uma menina

O primeiro bebê de 2017 em Porto Alegre é do Hospital Moinhos de Vento. Filha do cirurgião buco maxilo facial e professor universitário Vladimir Poli, 36 anos, e da advogada Fernanda Teixeira Freire Poli, 35 anos, a pequena Rafaela nasceu às 0h41min de parto natural. Ela tem 45 centímetros e pesa 2,37 kg. O casal nem desconfiava que o nascimento ocorreria no primeiro dia do Ano Novo. Quando se preparavam para sair de casa e participar do réveillon com toda a família, os primeiros sinais surgiram em torno das 20h. “Ela começou as sentir as contrações”, recordou, acrescentando que em meia hora estavam na instituição. “Foi tudo muito rápido”, lembrou. “É uma benção nascer no dia primeiro do ano. É só alegria. É uma emoção fantástica”, disse. O réveillon deve ser comemorado quando ocorrer a alta, prevista inicialmente para esta terça-feira.

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No momento da chegada de 2017, Fernanda Teixeira Freire Poli já estava em trabalho de parto. Quarenta e um minutos depois nascia Rafaela. “Comemoramos com o anestesista e o obstetra em um hospital praticamente vazio”, afirmou o pai. O parto natural foi uma escolha do casal. Vladimir Poli parabenizou o trabalho do obstetra Gustavo Steibel e também a acolhida e atendimento do Hospital Moinhos de Vento, onde integra o corpo clínico. Ele trabalha ainda no Hospital São Lucas da PUC, sendo docente também na Puc.

 Vladimir Poli pretende ensinar a filha a ter uma conduta ética, além, de princípios de honra e educação. “Ética é o que está faltando hoje em dia no país”, observou. “Estou muito feliz. É tudo muito novo. Esperava que fosse na próxima semana, mas foi agora o nosso melhor presente. Espero que ela seja muito feliz”, acrescentou Fernanda Teixeira Freire Poli, destacando que a maternidade é uma sensação indescritível. “Não sei explicar o que estou sentindo, mas é maravilhoso”, revelou a mãe, salientando que tudo mudou na sua vida ainda no período de gestação. Rafaela é o primeiro filho do casal que reside no bairro Jardim Botânico.

http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/Geral/2017/01/606757/Primeiro-bebe-a-nascer-em-Porto-Alegre-em-2017-e-uma-menina

Cuidados com o sol: 0 a 6 meses

A pele do bebê é muito fina e delicada, principalmente nos primeiros meses de vida. A atenção deve ser redobrada no verão e quando passear com ele ao ar livre, como na praia.  

Bastam alguns minutos exposto diretamente ao sol para acontecerem queimaduras, mesmo num dia enevoado ou fresco. Pois, não é a luz visível nem o calor do sol que causam as queimaduras, mas sim a radiação UV invisível.
Essa queimaduras solares podem ser dolorosas e, além disso, provocar problemas mais graves, como desidratação e febre.

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Até os 6 meses de idade, não é indicado passar produtos como os protetores solares, por isso há outras maneiras de protegê-lo, como:

  • Expor o bebê o menos possível à luz direta do sol, especialmente entre às 10h da manhã e às 4h da tarde, onde há maior intensidade da radiação solar.
  • Coloque no pequeno chapéu, calças leves e uma camisola de mangas compridas quando sair à rua.
  • Prefira roupas de malha compactas que protegem melhor do que os tecidos de malha larga (para ver a densidade da malha, segure o tecido contra a luz – quanto menos luz atravessar, melhor)
  • Não esqueça da cadeira de passeio com capota ou uma tenda para proteger o bebê quando estiver na beira-mar, por exemplo.

 

Água: um hábito estimulado desde cedo

Sabemos que até os 6 meses de vida, o bebê não precisa tomar água e nenhum outro líquido, pois o leite materno possui o teor de sais minerais inferior às fórmulas lácteas, o que o torna suficiente para uma boa hidratação, sem necessidade de água adicional.

Porém, beber água é um hábito que pode ser estimulado desde cedo na vida dos pequenos, pois ela ajuda a mover os nutrientes pelo corpo, manter a temperatura corporal pelo suor e a remover as toxinas através urina.

Depois dos 6 meses, você pode dar água ao bebê quando ele estiver com sede, mas não exagere. Prefira dar alguns goles depois das refeições, principalmente se ele tiver comido papinha salgada.

A água em excesso pode acabar ocupando o lugar que deveria ser da comida no estômago.

Ao completar 1 ano, a água está liberada. O seu filho já tem uma alimentação parecida com a de um adulto, e pode tomar água o quanto quiser. Dê bastante água nos dias quentes e secos para evitar a desidratação, e também sempre que ela estiver com febre.

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Quantidade de água:

  • 0 a 6 meses: Nenhuma. Ele tem toda a hidratação que precisa da fórmula ou do leite materno, inclusive no calor.
  • 6 a 12 meses: Dê goles de água quando seu filho estiver sede, ou colheres de chá. Não exagere, pois isso pode causar dor de barriga ou impedir que ele se alimente bem.
  • 1 a 3 anos: Ele deve ingerir em média 1,3 litros de líquidos. Isso inclui: leite, água, água de coco, sopas e etc…
  • 4 a 8 anos: De 1,2 litros de água ou bebidas. Ou seja, 5 copos mais ou menos por dia.
  • 9 a 13 anos: Meninas: 1,7 litros de água ou bebidas. Isso tá em torno de 7 copos. Já os meninos precisam de 1,9 litros, ou seja, 8 copos por dia, em média.
  • 14 a 18 anos: Meninas: 1,9 litros ou 8 copos mais ou menos e os meninos 2,6 litros ou em torno de 11 copos.

O seu filho bem hidratado tem uma melhor capacidade de concentração, mantém o peso saudável, diminui o risco de doenças crônicas, constipação e infecção urinária.

Fontes: http://brasil.babycenter.com/ e http://maeemdia.com/

Estimule a visão do seu bebê

Durante o primeiro mês de vida, a visão do bebê ainda está se formando e se ambientando com todas as formas e cores, ele consegue focar a visão a uma distância de mais ou menos 20 a 30 centímetros. Ele consegue ver o rosto de quem o segura no colo, por isso, fique bem perto do bebê quando pegá-lo.

Olhos nos olhos é uma forma de estímulo para a sua visão, converse e cante para seu filho, sempre olhando para ele para demonstrar sua atenção. Ele começará a fazer expressões faciais tentando te imitar.

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Com um mês, os brinquedos com cores bem contrastantes são ideais para estimulá-lo, isso porque o bebê ainda não consegue diferenciar tonalidades muito parecidas, como o vermelho do laranja.

E com 2 meses que os olhos do bebê se ajustam, e ele passa a diferenciar cores. Nessa fase, as cores primárias chamam mais a atenção dele, então dê preferência a brinquedos em tons de vermelho, amarelo e azul.

Já com 4 meses, o bebê começa a perceber a distância entre ele e os objetos de seu interesse. Por isso, os móbiles de berço, por exemplo, são ótimos para estimular a visão e a nova habilidade de tentar pegar alguma coisa.

Aos 5 meses a sua visão já está mais parecida com a de um adulto, ele já está buscando e procurando as coisas com o olhar.

Com 1 ano de vida, o bebê já entenderá a distância entre perto e longe, reconhecendo as pessoas mesmo à distância.

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