Cursos – Setembro 2017

Dia 16 de setembro, teremos dois cursos incríveis para o seu sábado ser ainda melhor, venha aproveitar com a gente! ♥

09h ás 12h – Shantala
Com a fisioterapeuta Ana Carolina Müller, a Shantala será apresentada como mais uma técnica para conectar mãe e bebê (ou pai e bebê): através do toque que transmite confiança, carinho e força para o pequeno que está descobrindo o mundo.

O efeito terapêutico e relaxante da massagem deixa seu bebê muito mais tranquilo, ajudando a melhorar os padrões do sono. Além disso, ativa toda a circulação sanguínea e também linfática, estimulando o um melhor funcionamento de todos os órgãos.

14h ás 17h – Amamentação

As futuras mães receberão orientações a respeito da preparação dasmamas, extração e armazenamento do leite. Além disso, serão abordadas as dificuldades que podem surgir na amamentação e como resolvê-las de maneira prática, para aproveitar cada momento junto ao bebê.

Quem ministra este workshop são as especialistas Daniela Flores e Flavia Dotto, do Amamenta. Este é um consultório de aleitamento materno que tem como objetivo principal acolher as gestantes, orientando-as em relação ao preparo e incentivo à amamentação.

Inscrições e mais informações: (51) 3334-4503

Todos os cursos serão realizados no:
Nasce Centro de Atendimento à Gestante
Rua Gustavo Schmitt, 580, Três Figueiras, Porto Alegre.

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Refluxo em bebês

O refluxo acontece quando uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, ainda não amadureceu o suficiente e não fecha corretamente. Isto permite que o conteúdo do estômago volte para o esôfago, em direção à boca.

Cerca de 40 por cento de todos os bebês apresentam algum tipo de refluxo, porém,  apenas uma pequena porcentagem se torna um problema sério e persistente.

O refluxo pode ser classificado como um incômodo temporário, pois geralmente, melhora à medida que o aparelho digestivo do bebê amadurece.  

Alguns fatores contribuem para o refluxo ser algo tão frequente em bebês, como o fato de ficarem deitados a maior parte do tempo e ter uma dieta composta apenas por líquidos. Bebês que nasceram prematuros também tem maiores chances de ter refluxo.

 O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, isso é comum, mas em alguns casos, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de refluxo.

Se você observar que o bebê não está ganhando peso, chora após a mamada, estiver vomitando com frequência e mostrando desconforto na barriga e garganta, a visita ao médico deve se tornar urgente.

O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, por isso, indicamos que leve a consulta uma espécie de relatório do refluxo do seu filho, relatando por exemplo a hora que ele mama, quantas vezes e quais são as reações após.

É sempre importante ficar bem atenta aos bebês com refluxo, principalmente com o seu ganho de peso, procurando um médico que irá auxiliar em um tratamento para aliviar o desconforto do bebê. 

Dia Mundial da Amamentação

Hoje é o Dia Mundial da Amamentação!

Um ato de carinho entre mãe e filho que simboliza crescimento, amor e cumplicidade.

Em 1º de agosto é comemorado o Dia Mundial da Amamentação, data criada em 1992 pela Aliança Mundial de Ação pró-amamentação (World Alliance for Breastfeeding Action – WABA) com a finalidade de promover o aleitamento materno e a criação de bancos de leite, garantindo, assim, melhor qualidade de vida para crianças em todo o mundo.

Leite materno: analgésico natural

Que o leite materno é o melhor alimento pro bebê nós já sabemos, mas o que muitos não sabem é que  pode ser o analgésico mais eficiente também.

Estudos comprovam que as substâncias presentes no leite materno são capazes de diminuir a dor durante a vacinação e o teste do pezinho por exemplo, acalmando e distraindo o bebê. Mais potente do que qualquer vacina, sozinho pode evitar 13% das mortes de crianças com menos de 5 anos.

O sucesso na amamentação depende de fatores como a forma que o bebê deve ser ajustado confortavelmente no seio da mãe, mesmo havendo algumas dificuldades iniciais.

As primeiras mamadas são fundamentais para o bebê, já que inicialmente eles se alimentam do colostro, um líquido amarelado e com aspecto aguado que sai dos seios da mãe. Nele contém vários tipos de glóbulos brancos e grande quantidades de anticorpos, criando uma blindagem contra microorganismos e ataques por vírus.

É normal que a fome e a sede da mãe após o parto e durante a amamentação seja maior, pois para a produção de 1 litro de leite são necessárias mais ou menos 940 calorias. Por isso, manter uma alimentação balanceada, equilibrando uma variedade de pães, cereais, frutas e verduras, além de derivados do leite, se torna essencial.  

A amamentação não possui desvantagens,  pois o leite materno só oferece nutrientes para a criança crescer forte e saudável, além de aumentar e fortalecer o vínculo com a mãe.

 

Produção do leite materno

Os seios dão o primeiro alerta da gravidez, eles ficam mais sensíveis, inchados e com mamilos mais escuros e aréolas maiores. Porém, as maiores transformações estão acontecendo dentro do seu seio, quando a placenta em desenvolvimento estimula a liberação dos hormônios estrogênio e progesterona, os quais, por sua vez, deflagram o complexo sistema biológico que torna a lactação possível.

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Na hora do parto, o tecido glandular de suas mamas já dobrou de tamanho, por isso o aumento considerável dos seios. Isso porque em meio às células adiposas e ao tecido glandular localiza-se uma rede de canais, chamados ductos. Os hormônios da gravidez fazem com que esses ductos aumentem de quantidade e tamanho e se dividam em canais menores perto da região peitoral. Na extremidade de cada um deles há uma aglomeração de pequenos sacos, semelhante a um cacho de uvas, conhecidos como alvéolos.

São dentro dos alvéolos que o  leite é produzido, estes são rodeados por diminutos músculos que pressionam as glândulas e empurram o leite para os ductos.

O sistema de distribuição do leite fica completamente pronto já no segundo trimestre de gravidez, para que a mulher possa amamentar o bebê mesmo que ele seja prematuro.

Após 48 horas depois do parto, a produção de leite é intensificada, este período é conhecido como lactogênese. Isso acontece porque após a retirada da placenta, os níveis dos hormônios estrogênio e progesterona começam a declinar. É neste momento que o hormônio prolactina, é liberado, sinalizando ao organismo da mãe que é hora de produzir bastante leite.

Cursos – Novembro 2016

Convidamos todas as mães e futuras mães para passar o dia 26 de novembro conosco.
Teremos dois cursos ótimos para você saber mais sobre a alimentação do seu bebê, desde a amamentação até a introdução de alimentos após os seis meses.
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Quando? 

Dia 26 de novembro de 2016

O que? 

9h – Oficina de Papinhas 

Após os 6 meses do seu bebê é recomendado introduzir a alimentação complementar. E, para tirar todas as suas dúvidas sobre este momento, as nutricionistas Betina Ettrich e Gabriela Penter, desenvolveram a Oficina de Papinhas.

Temas abordados:

– Recomendações sobre a introdução da alimentação
– Como preparar uma papinha saudável, gostosa e nutritiva
– Ingredientes, técnicas e receitas

14h – Amamentação

As futuras mães receberão orientações a respeito da preparação das mamas, extração e armazenamento do leite. Além disso, serão abordadas as dificuldades que podem surgir na amamentação e como resolvê-las de maneira prática, para aproveitar cada momento junto ao bebê.

Quem ministra este workshop são as especialistas Daniela Flores e Flavia Dotto, do Amamenta. Este é um consultório de aleitamento materno que tem como objetivo principal acolher as gestantes, orientando-as em relação ao preparo e incentivo à amamentação.

Como faço a inscrição? 

Inscrições e mais informações pelo telefone: (51) 3334-4503

Onde?

Nasce Centro de Atendimento à Gestante – Rua Gustavo Schmitt, 580, Três Figueiras – Porto Alegre/RS

A importância da primeira amamentação

Logo que nasce, o bebê já recebe a sua primeira vacina: a primeira amamentação. Especialistas afirmam que o leite materno é a primeira e melhor proteção que ele vai receber contra doenças e infecções. Além de ser um momento marcante e emocionante, dar de mamar na primeira hora de vida do recém-nascido é fundamental para a sobrevivência do bebê.

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Os recém-nascidos representam metade de todas as mortes de crianças com menos de 5 anos de idade e a amamentação precoce pode fazer toda a diferença. Dados divulgados pela Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), em julho deste ano, apontam que 77 milhões de bebês em todo o mundo não são colocados para mamar no peito nos primeiros 60 minutos de vida. Segundo a entidade, foram feitos muitos esforços nos últimos 15 anos para aumentar o número de crianças amamentadas, mas os resultados ainda estão bem abaixo do desejado.
Os números refletem a falta de informação e auxílio às mulheres. De acordo com a Unicef, em alguns lugares, mesmo quando atendidas por um médico ou uma enfermeira, não recebem a ajuda necessária para começarem a amamentar. Às vezes, não é possível dar o leite materno ou o peito ao bebê, seja por questões de saúde da mãe ou da criança. Mas nunca tome decisões sem a orientação do seu obstetra e também do pediatra.

Por que o bebê está recusando o peito?

Seu filho está se recusando a mamar no peito? Se ele ainda não estiver no processo de desmame, esta pode ser a maneira que ele encontrou de comunicar que algo está errado. E como saber quais são as queixas dele? Antes de mais nada é necessário ter paciência.

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Na lista abaixo você confere alguns prováveis motivos:

  • A pega não está correta e o bebê não consegue fazer a sucção corretamente. Converse com seu médico para acertar a melhor posição para amamentar seu filho;
  • O bebê sente dor na boca devido ao nascimento dos dentinhos, uma afta ou uma infecção;
  • O bebê pode estar com otite, o que provoca dor ao mamar;
  • Resfriados ou nariz entupido;
  • Distrações ou muito barulho em volta durante a mamada;
  • Demorar para dar o peito quando a criança chora por fome;
  • Mudança de rotina da família;
  • Reação a algum creme que a mãe possa estar usando;
  • Sensibilidade ou alergia do bebê a algum alimento consumido pela mãe, como no caso da alergia à proteína do leite de vaca.

Com certeza, a rejeição do peito é uma experiência ruim tanto para a mãe como para o bebê. Por isso, você precisa estar calma para identificar o real problema do seu filho. Procure não sair muito da rotina e tenha mais contato físico com o bebê, isso deixará ele mais seguro para mamar. Na dúvida, converse com o pediatra, mas não deixe de amamentar.

Dia Mundial da Amamentação

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Amamentação, criado em 1992 pela Aliança Mundial de Ação Pró-Amamentação (World Alliance for Breastfeeding Action – WABA). O objetivo principal dessa data é conscientizar sobre a importância do aleitamento materno como garantia de uma melhor qualidade de vida para as crianças do mundo inteiro. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde advertem que a amamentação deve ser exclusiva até os 6 meses e deve continuar, se possível, até os 2 anos de idade da criança, dependendo da vontade do bebê e da disponibilidade da mãe.

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O alimento mais importante para a criança, além de saciar a fome, é extremamente importante para a saúde do bebê e da mãe. Amamentar é criar o mais puro vínculo de amor-doação. Quer mais motivos para amamentar? Confira a lista:

  • O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado, pois atende a todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança até os 6 meses de idade;
  • Provoca menos cólicas no bebê;
  • Auxilia na formação do sistema imunológico e previne a anemia; além disso, a sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária do bebê;
  • Contém uma molécula chamada PSTI, responsável por proteger e reparar o intestino delicado dos recém-nascidos;
  • O vínculo criado na amamentação faz com que a criança consiga se relacionar melhor com as pessoas;
  • Amamentar ajuda a mãe a retomar o peso de antes da gestação, além de proteger contra o câncer de mama e de ovário;
  • Bebês que mamam exclusivamente no peito até os seis meses têm menos risco de desenvolver asma e artrite reumatoide e recebem uma proteína que combate vírus e bactérias do trato gastrointestinal.

Como evitar a mastite?

Amamentar é naturalmente lindo e um verdadeiro ato de amor. Mas algumas mulheres podem desenvolver uma inflamação na mama, que provoca o surgimento de sintomas como dor, inchaço ou vermelhidão. Conhecida como mastite, a enfermidade acontece devido ao entupimento dos canais por onde passa o leite.

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A mastite tem cura e o seu tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível para evitar possíveis infecções. Normalmente é recomendado repouso e o esvaziamento frequente da mama com o auxílio de uma bomba. Em casos mais graves os tratamentos variam com o uso de antibióticos e anti-inflamatórios.

A melhor maneira de evitar a mastite é garantir que o seu filho sugue corretamente o leite. Para isso ofereça uma mama ao bebê e, só depois de estar vazia, ofereça a outra, alternando na mamada seguinte. Além disso, procure usar sutiãs e roupas de algodão que não apertem muito. Isso vai evitar a pressão nas mamas e prevenir o desenvolvimento de bactérias. Descanse bastante e mantenha uma alimentação saudável.

A mastite é mais comum entre as mães de primeira viagem, isso porque ela e o bebê ainda estão aprendendo como funciona o processo de aleitamento. É importante que você saiba que, mesmo sentindo dor, é necessário continuar amamentando para que o bebê consiga retirar o máximo de leite possível do seio. Para aliviar a dor, antes de cada mamada, aplique compressas quentes nas mamas. E lembre-se, ao perceber os primeiros sinais da mastite, procure imediatamente um ginecologista.

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