Volume muito alto pode prejudicar a audição do bebê

Quando a família aumenta, ter uma vida mais calma e livre de muita agitação é essencial para o bebê, pois além de ficar mais calmo evita problemas auditivos que podem estar relacionados a volumes muito altos ao seu redor.

O sistema auditivo é um órgão sensorial extremamente delicado e passível de lesões se for muito carregado, principalmente em bebês, que têm uma sensibilidade auditiva muito apurada. A célula ciliada do ouvido interno do bebê sofre com o ruído excessivo e isso pode acabar levando à sua destruição.

Embora não exista uma forma de diferenciar a audição infantil da adulta, os danos causados pelo volume muito alto com certeza são mais preocupantes nos bebês.

Especialistas dizem que, quanto mais cedo acontece uma lesão, mais tempo a pessoa carrega durante a vida, isso porque esse prejuízo é irreversível.

Não existe medicação ou cirurgia capaz de consertar. Por conta disso, acaba sendo muito grave uma lesão desse nível em um uma criança ainda tão nova, sendo necessário em muitos dos casos, o uso do aparelho auditivo.

Cuidar para que seus filhos não fiquem expostos a sons muito altos, seja por pouco ou muito tempo, é importante para garantir que eles tenham uma boa audição, evitando sempre lugares muito barulhentos, como festas com música altas e barulhos de trânsito intenso.

Se for inevitável fugir de locais com barulho excessivo, o ideal é proteger os ouvidos da maneira certa. Muitos pais tendem a usar o algodão para tapar o canal auditivo, mas isso não garante a vedação necessária do som.

Uma opção é usar fones de ouvido de boa qualidade que preservam a audição da criança de forma que o incômodo diminua. Lembrando que, assim que o bebê apresentar algum desconforto auditivo, a visita ao médico é indispensável.

Dia da gestante

Feliz dia da gestante para quem planeja uma vida inteira em 9 meses e carrega dentro de si, dois corações batendo no mesmo compasso de amor! ❤

Dia dos pais

Feliz dia dos pais à todos nossos heróis, que tem o poder de amar e cuidar de uma forma única! ❤

Meningite neonatal

A meningite é uma inflamação da membrana que recobre o cérebro, existindo a meningite viral e a bacteriana. Ao contrário do que muitos pensam, pode sim ocorrer em recém-nascidos, mesmo a incidência da doença sendo bem baixa, aproximadamente um caso a cada mil nascidos.

Quando a doença ocorre nos primeiros dias de vida, geralmente está relacionada à contaminação do recém-nascido com bactérias através do canal do parto. As mães desses bebês possivelmente apresentam complicações durante a gestação, como febre, líquido amniótico com mau cheiro, infecção da placenta, ou infecção urinária.

Quando a meningite se manifesta mais tarde, após o sétimo dia de vida, a infecção pode ter sido  adquirida através do contato com pessoas contaminadas ou material infectado. A bactéria chega até a circulação sanguínea, e atinge o Sistema Nervoso Central, causando a meningite.

Devido à imaturidade do sistema imunológico, o recém-nascido apresenta maior sensibilidade à infecção, pois seus mecanismos de defesa contra a invasão bacteriana são menos desenvolvidos em relação às crianças maiores, por isso, a doença tende ser mais perigosa nos primeiros meses de vida.

Os sintomas da meningite são, muitas vezes semelhante a uma gripe, como a recusa alimentar, febre, pescoço rígido, dor de cabeça, náuseas, aversão à luz, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele e dores no corpo.

Os especialistas orientam os pais a procurar ajuda médica assim que sentirem que o bebê não está bem, os recém-nascidos também podem apresentar sintomas como moleira estufada, olhar parado e pele pálida, manchada ou azulada, ser difíceis de acordar e se recusar a mamar.

Embora a mortalidade das crianças com meningite bacteriana neonatal tenha diminuído nos últimos anos, a frequência de sequelas é alta, mantendo-se entre 15 e 68%, por isso, é importante que a doença seja diagnosticada e tratada ainda no início, além se serem recomendada a vacinação contra o meningococo do tipo B, ainda nos primeiros meses, prevenindo a contaminação.

Perigos da obesidade na gestação

A gestação é um momento delicado que requer cuidados especiais, principalmente na alimentação, que tem uma ligação direta com a saúde da mãe e do bebê.

Nessa fase, a futura mamãe tende a comer mais e apesar de ser comum entre as gestantes, a fome pode estar ligada a alterações psicológicas e emocionais e às vezes precisa ser controlada.

As gestantes a partir do terceiro mês de gravidez devem ingerir apenas 300 calorias a mais do que o normal, totalizando 2.800 calorias por dia.

A obesidade na gravidez é um problema comum e perigoso, estudos nos mostram que cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez, sendo associada ao maior índice de mortalidade dos recém-nascidos.

O excesso de peso aumenta o risco de desenvolver complicações na gravidez, como hipertensão e diabetes na mãe, e também problemas de malformações no bebê, como defeitos cardíacos e defeito no tubo neural.

Embora, durante a gravidez não seja aconselhado fazer dietas de emagrecimento, é fundamental controlar a qualidade da alimentação e a ingestão de calorias para que o bebê tenha todos os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento, sem que a gestante aumente muito o peso.

É indicado que a mulher de baixo peso ganhe em torno de 15 kg, as de peso adequado, entre 10 a 12 kg, e as com sobrepeso ou obesas, entre 6kg e 7kg.

As mulheres que ganham muito peso durante a gravidez têm hábitos alimentares ruins e que, possivelmente, continuam depois do nascimento do bebê, por isso, uma alimentação saudável, rica em nutrientes e com uma ingestão de água constantemente, de 1,5 a 2 litros por dia, é essencial para a saúde da mãe e do bebê tanto na vida intra-uterina como no futuro.

Dia Mundial da Amamentação

Hoje é o Dia Mundial da Amamentação!

Um ato de carinho entre mãe e filho que simboliza crescimento, amor e cumplicidade.

Em 1º de agosto é comemorado o Dia Mundial da Amamentação, data criada em 1992 pela Aliança Mundial de Ação pró-amamentação (World Alliance for Breastfeeding Action – WABA) com a finalidade de promover o aleitamento materno e a criação de bancos de leite, garantindo, assim, melhor qualidade de vida para crianças em todo o mundo.

Dia do Pediatra

A pediatria nasceu em 1722, na Suíça, quando o médico Theodore Zwinger notou que os sinais e sintomas de uma mesma doença que acomete tanto a criança como o adulto são diferentes na forma e no conteúdo.

Publicou uma obra ao redor do seu estudo, a Paedoiatreia— as doenças na infância, o que gerou mais tarde a palavra “Pediatria”.

O Dia do Pediatra é celebrado em 27 de julho, pois nessa data, em 1910, foi criada a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Seus objetivos maiores e indissociáveis têm sido a saúde na infância e na adolescência, e a valorização do pediatra como especialista diferenciado para cuidar desse determinado grupo. Contamos com mais de 22 mil pediatras associados, provando que a credibilidade foi alcançada.

O responsável pela saúde do seu bem mais valioso merece a nossa eterna gratidão. A equipe do Nasce deseja a todos os pediatras um dia muito feliz aos especialistas que tratam com amor e por amor! ❤

Estomatite infantil

A estomatite trata-se de uma inflamação na região da boca, provocada por um vírus e que se caracteriza pelo aparecimento de aftas, acompanhadas de dor, febre e muito desconforto.

Não é à toa que as crianças ficam irritadas e com dificuldade de se alimentar, assustando as mamães.

A maioria dos casos de estomatite infantil afeta não só a boca da criança, mas também pode atingir a garganta e esôfago. Normalmente, o vírus responsável é o da herpes simples (HSV-1), se aproveitam de momentos de baixa imunidade, provocados por uma gripe, por exemplo, para entrar em ação, por isso, no outono e no inverno, os episódios são mais frequentes, por ser uma temporada de gripes e resfriados que torna o sistema imunológico mais vulnerável.

O contágio pode acontecer por contato pele a pele e também pelo fato de colocar a mão suja na boca, por isso é importante lavar as mãos das crianças com frequência e procurar evitar que ele coloque os brinquedos na boca.

Diagnosticar a estomatite infantil é relativamente simples, um pediatra pode detectar com facilidade com um exame clínico simples.

O tratamento da estomatite infantil é feito a base de analgésicos que tem por objetivo de aliviar as  dores e mantendo a boca do bebê sempre limpa. As crises de estomatite podem durar de uma semana a dez dias mas abrandando com o passar do tempo.

Durante o tratamento, a alimentação do bebê vai exigir alguns cuidados especiais, por isso, é importante evitar alimentos ácidos, optar por refeições pastosos ou líquidos como sopas e procurar alimentos mais frios, facilitando para o bebê ingerir.

 

Suor no bebê

O suor tem a função de ajudar a regular a temperatura corporal, portanto, quanto mais a temperatura ambiente se eleva, mais suor será produzido. 

Até 18 ou 20 meses, os bebês têm o sistema de termorregulação corporal imaturo, o que significa que, ao mesmo tempo que eles ficam com frio rapidamente, também suam demais. A única coisa que pode se fazer é assegurar que a criança não passe muito calor.

Muitas mães se preocupam com o suor excessivo do bebê durante a noite, o que na maior parte dos casos, indica apenas calor. Portanto, quando seu bebê estiver suando demais é recomendado retirar alguma peça de roupa mais quente ou trocar as roupas do bebê por versões mais leves e fresquinhas.

Durante a amamentação é comum o bebê suar um pouco mais devido ao esforço realizado para sucção do seio, além de entrar em contato com o calor do corpo aquecido da mãe. O ideal é amamentar em locais mais arejados.

Na hora de vestir o bebê, principalmente no período da noite, a dúvida de quantas peças usar na criança sempre atormenta os pais, pois, o bebê não deve se sentir preso em meio à roupas e cobertores, sendo suficiente vestir mais uma peça do que as usadas pelo adulto.

Os resfriados são frequentes em distintas épocas do ano devido às mudanças bruscas de temperatura, por isso, se o suor estiver frio há grandes chances de haver um resfriado. Evitar sair à rua nas horas mais quentes e sempre levar uma manta ou xale caso esfrie repentinamente é recomendado na hora do passeio.

A transpiração excessiva pode ser considerada uma complicação quando associada a febre ou tosse persistente, por exemplo. Nesse caso, aconselha-se a procura de ajuda médica para análise das causas.

Bronquiolite em bebês

A bronquiolite se trata de uma inflamação nos bronquíolos, provocada por um vírus e agravada pelo acúmulo de muco, que dificulta a passagem de ar. É mais comum de ser encontrada no período de baixas temperaturas.  

Atinge principalmente os bebês menores de 2 anos, pois, nos primeiros anos de vida, o sistema imunológico ainda é imaturo, o que torna as crianças mais vulneráveis aos vírus.

A principal forma de contaminação é por meio de secreções respiratórias ou por contato direto, ou seja, crianças que passam o dia em locais fechados com outras pessoas, como em creches, estão mais expostas.

Com sintomas iniciais semelhantes aos de um resfriado, a bronquiolite pode evoluir rapidamente em algumas crianças para complicações respiratórias mais sérias. Quanto mais nova for a criança, maiores serão os riscos de um agravamento da infecção.

Embora diversas medicações tenham sido estudadas, com o intuito de tratar a bronquiolite, acredita-se atualmente que apenas o aumento da oxigenação melhora a condição dos bebês. Por isso, manter a criança hidratada e com o nariz limpo são métodos não medicamentosos de melhorar essa doença respiratória.

Existem medidas que podem ser tomadas para aliviar o desconforto do bebê, como levantar a cabeceira do berço ou da cama colocando uma toalha ou cobertor dobrado entre o estrado e o colchão, usar um inalador podendo ser com soro fisiológico, para ajudar o bebê a eliminar o catarro das vias respiratórias e assim, deixá-lo mais confortável. 

%d blogueiros gostam disto: