Descubra os benefícios da caminhada durante a gestação!

Durante a gravidez, é vital que a futura mãe mantenha uma rotina de exercícios físicos moderados, como caminhadas, ioga ou pilates. Mas é importante não exagerar, para não prejudicar a sua saúde e o crescimento do seu bebê.


Os benefícios de caminhar para mulheres grávidas


Caminhar é um dos exercícios mais fáceis de praticar, independentemente da idade, peso ou condicionamento físico. Além disso, uma vez que não requer um ginásio ou equipamento específico, pode ser praticado em qualquer ambiente a qualquer hora do dia.
Além de prático, simples e barato, a caminhada também oferece múltiplos benefícios à saúde para mulheres grávidas.  Como:

 

  • Melhor gestão do peso durante a gestação;
  • Melhorar a circulação sanguínea;
  • Regular o ritmo cardíaco e respiratório;
  • Melhora a autoestima;
  • Gravidez mais saudável;
  • Caminha facilita o parto e sua recuperação pós parto.

 

Para determinar a quantidade de exercício que a futura mãe deve realizar, há muitas variáveis ​​que influenciam. É o médico que determina o quanto uma mulher grávida deve andar a cada dia.

Em geral, uma hora de caminhada diária é necessária durante os 8 meses de gestação, para aumentar os benefícios do exercício. Esses 60 minutos devem ser divididos em 3, 4 ou 5 sessões, sempre com ritmo regular e intervalos para descanso.

Sempre leve uma garrafa de água para repor o líquido durante a atividade. A hidratação é importantíssima para o bebê e para a gestante.

Nunca comece uma atividade física sem a orientação do seu médico, cada gestante tem suas particularidades e devem ser seguidas por um profissional qualificado.

Bons exercícios!

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Conheça os benefícios da música para os bebês

É comum nas casa onde tem bebês e crianças pequenas tocar músicas infantis, dvds de canções e desenhos, mas muitas vezes isto é utilizado como uma estratégia para deixar a criança ocupada, distraída. Mas os benefícios da música vai muito além da distração.

Nas últimas décadas, a comunidade científica mostrou grande interesse em investigar os efeitos benéficos da música em bebês e crianças. A iniciação musical pode começar na própria casa. As crianças podem aprender sons e ritmos, simplesmente ouvindo músicas de crianças ou pais batendo palmas enquanto a música toca.

Cantar músicas para bebês e ouvir música com eles, além de produzir mudanças no nível fisiológico, desenvolve um forte vínculo afetivo, o que estimula sua inteligência emocional. Do mesmo modo, no nível psicológico, desperta, estimula e desenvolve emoções e sentimentos.

Os estudos refletem que a música favorece a capacidade das crianças de atenção e concentração, aumentando assim seu desempenho na escola. A música estimula memória, análise, síntese e raciocínio, e, portanto, a aprendizagem.


A música tem o dom de juntar as pessoas. A criança que vive em contato com a música aprende a coexistir de maneira melhor com outras crianças, estabelecendo uma comunicação mais harmoniosa. Conheça os quatro principais benefícios da música para as crianças.

1. Segurança: segurança emocional, confiança, porque se sentem entendidas ao compartilhar músicas e imersas em um clima de ajuda, colaboração e respeito mútuo.

2. Aprendizagem: o estágio da alfabetização infantil é mais estimulado com a música. Através das canções das crianças, em que as sílabas são rimadas e repetitivas, e acompanhadas de gestos que são feitos ao cantar, a criança melhora sua maneira de falar e entender o significado de cada palavra. E assim, será alfabetizado de forma mais rápida.

3. Concentração: a música também é benéfica para a criança em termos de poder de concentração, além de melhorar sua capacidade de aprender em matemática. A música é pura matemática. Além disso, facilita as crianças aprendendo outras línguas, aumentando sua memória.

4. Expressão corporal: com a música, a expressão corporal do filho é mais estimulada. Eles usam novos recursos para adaptar seu movimento corporal aos ritmos de diferentes trabalhos, contribuindo desse modo para o fortalecimento do controle rítmico de seu corpo. Através da música, a criança pode melhorar sua coordenação e combinar uma série de comportamentos. Deite de costas e mova-os para que ele possa dançar enquanto canta para ele. Você pode carregar e abraçar no seu colo cantando ritmos de outras crianças.

Aprenda uma decoração simples e linda!


Decorar o quartinho do bebê é um momento mágico para toda a família, sempre queremos o melhor para o nosso filho, desde os móveis até a pintura que enfeitará as paredes. É pensando neste ponto que resolvemos trazer uma decoração realmente simples e rápida de ser feita, e o melhor, o resultado é lindo.


A decoração é realizada através da técnica do stencil (molde), que facilita muito a aplicação do desenho na parede. Separamos um breve passo a passo em 3 etapas para a realização desta incrível decoração.

PASSO 1

Para realizar o primeiro passo basta você ter um pedaço de papelão, uma caneta e um estilete ou tesoura.

Para facilitar ainda mais o trabalho, você pode imprimir o molde da arte que você gostaria de colocar na parede, neste caso vamos utilizar uma nuvem, mas para a criatividade não existe limites.

Desenhe a arte no papelão e logo após recorte-o, deixando o papelão como molde do desenho que você escolheu.

PASSO 2

Com a ajuda de uma régua e uma fita adesiva,  fixe o molde na posição correta em que você gostaria que o desenho ficasse gravado na parede. Lembre-se que você pode aplicar o mesmo modelo mais de uma vez.

 

PASSO 3

Com o molde do desenho fixado na parede, é hora de pegar o pincel e a tinta para passar o desenho para a parede, se preferir, você pode realizar o contorno com um lápis.

Umedeça o pincel na tinta e levemente faça o contorno do papelão, neste momento não é necessário aplicar muita tinta no pincel, esta é a hora de apenas contornar o molde, deixando os limites do desenho marcados na parede. Após o contorno do molde, você pode retirar o papelão da parede e cobrir o restante do desenho com a tinta.

Pronto, cumprindo apenas 3 passos, a parede do seu filho já ganha outro aspecto e deixa o ambiente de cara nova. Para facilitar a compreensão do processo você pode acompanhar a imagem abaixo.

Agora é só colocar a mão na massa!


Conheças os benefícios da natação para o seu bebê

A água faz com que os bebês se sintam em liberdade e “em casa”, já que para eles é um ambiente natural, pois ficaram nove meses submersos no ventre da mãe.

A natação para bebês na verdade pouco tem a ver com aprender a nadar, já que eles são muito pequenos para ter autonomia e realizar os movimentos da natação. O primeiro passo é fazer com que a criança  aprenda a se ambientar na água, a movimentar-se e brincar.

 

Com que idade se pode começar?

Normalmente os cursos são fornecidos a partir do sexto mês, mas antes deste período você pode praticar com seu filho em uma banheira, com uma temperatura de água agradável, sempre o segurando e supervisionando, assim ele irá se acostumando com o contato com a água.

O curso deve ser regido por um especialista na área e o bebê deve sempre entrar na água acompanhado de um dos pais.


Benefícios para a criança

 

  • Melhora a coordenação, o equilíbrio e a noção de espaço;
  • Melhora a resistência do bebê, trazendo benefícios cardiovasculares;
  • Os exercícios realizados na água em uma temperatura agradável, relaxa a criança e aumenta o seu apetite;
  • Regulariza o sono;
  • Os exercícios fortalecem a musculatura, favorecendo o desenvolvimento precoce de habilidades psicomotoras, como engatinhar e caminhar.

 

Desenvolvimento psicológico

 

  • Segurança: o bebê se sente seguro, pois sabe que sua mãe ou seu pai está cuidando dele, e este confiança aumenta os laços familiares;
  • O bebê desenvolve o sentido de autoconfiança e liberdade, pois pode se movimentar pela água;
  • Esta confiança em si mesmo o ajudará na comunicação e convívio com outras crianças.

O contato com outras crianças, ajudará o bebê a iniciar sua socialização, ele  aprenderá a compartilhar brinquedos e a brincar junto a outras crianças.

Problemas para dormir na noite? Temos a solução!

Um dos principais desafios para os pais de crianças pequenas é a hora de botar o filho para dormir. Mas calma, isso acontece com muitos pais e aqui vamos lhe ajudar a ter uma noite tranquila de sono.


Muitas vezes, tudo que queremos  é chegar em casa depois de um longo dia de trabalho e descansar em uma cama confortável, mas o seu desejo pode não ser compatível com o do seu filho, já que ele quer ficar acordado (e muitas vezes brincar).

É comum que bebês durmam bastante durante o dia e passem partes da noite/madrugada acordados, eles ainda estão se adaptando a nossa rotina, o sono mais regulado começa a partir dos 6 meses, normalmente.

A principal dica é: Criar uma rotina



É bom você deixar a luz solar entrar no ambiente enquanto ele estiver dormindo durante a tarde e manter o ambiente mais escuro quando for de noite. Repita este procedimento com regularidade. Esta rotina vai fazer com que seu filho possa começar a diferenciar o dia da noite.


Não alimente o bebê momentos antes de dormir.

Quando a hora de dormir estiver se aproximando, é bom você começar o “ritual do sono”, afaste o bebê da sala, que é normalmente o ambiente mais movimentado e barulhento da casa, dê um banho quentinho no seu pequeno, fazer uma massagem relaxante é um ótimo conselho, ponha um pijama, dô o jantar, acalme ele um pouco e ele estará pronto para dormir.

Conforme seu filho for crescendo, está rotina terá que ir se adaptando para as horas de sono recomendadas para cada idade. Neste caso você terá que estimular mais brincadeiras e atividades durante o dia, evitando este sono na parte da tarde.

Outro detalhe que pode fazer a diferença para uma ótima noite de sono, sua e do bebê, é a hora de botar a criança no berço. Se a criança pegou no sono em seus braços ou no seu quarto e no meio da noite acordar em uma outra cama, em um outro ambiente, longe da mãe, é normal a criança estranhar e se sentir insegura e começar a chorar.
A partir do sexto mês, você pode acostumar a criança a dormir sozinha. Ponha ela acordada no berço, fique por perto, cante uma canção de ninar e saia do quarto, assim, ela estará calma, e pegará no sono. Caso ela acorde na madrugada ela estará no mesmo ambiente, evitando o susto.

Gestante pode pintar o cabelo?

É comum as mulheres cuidarem de sua sua aparência, e quando vem a gravidez surge a questão: e agora, posso pintar o cabelo?
Esta é uma pergunta típica entre as gestantes, já que tudo que é usado, ingerido e feito neste período pode afetar não apenas a mãe mas o bebê também. Mas afinal, posso pintar ou não?

Sim, as futuras mamães pode pintar o cabelo a partir do 12ª semana de gestação (primeiro trimestre, fase importantíssima na criação dos órgãos do feto), após a liberação do médico,  mas não são todos os produtos que são recomendados.

Não utilize tinta com base de amônia. Não existe um estudo que indique que amônia seja segura  para o bebê, então é desaconselhável o seu uso. Hoje é fácil encontrar produtos específicos para gestantes.

Se possível, mantenha o couro cabeludo livre de químicas pesadas, ele é uma área muito vascularizada, então é importante deixar a tinta aproximadamente 2 centímetros de distância da raiz,  para evitar que o produto seja absorvido e acabe entrando na corrente sanguínea.

Escova progressiva, pode?

Fique longe do formol! Escova progressiva e outras técnicas de alisamento utilizam químicas fortes para alisar os fios. O formol é uma substância apontada como cancerígena pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e pela Organização mundial de saúde (OMS).

IMPORTANTE: O uso do formol deve ser evitando também durante o período de amamentação.

Lembre-se ,nenhum tratamento de beleza é tão importante quando a prioridade é o seu bebê.

A gestação é um curto e importantíssimo período na vida de toda mãe, deixe para radicalizar e ousar em seus visual após a gestação e  amamentação.

Doce para bebês

Os doces são chamados de calorias vazias, não oferecendo benefícios para nenhuma faixa etária, pois, além de não ter valor nutricional, o consumo excessivo de doces pode provocar cáries dentárias, obesidade e complicações como diabetes e deficiências de micronutrientes, principalmente ferro.

Inevitavelmente, a criança vai conhecer os variados tipos de doces e vai querer experimentá-los, porém, o consumo desses alimentos deve ser evitado, principalmente, no primeiro ano de vida.

Médicos dizem que o consumo exagerado de doces nesta fase, pode deixar os pequenos irritados e dispersos, pois além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina, e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

O ideal é não oferecer nada antes de surgir o primeiro pedido da criança, que será apresentada a todos eles muito rapidamente, não é necessário apressar este contato contato.

Na verdade, os açúcares fazem falta na alimentação, mas fazem parte da dieta habitual e são encontrados, por exemplo, no leite (lactose), nas frutas (frutose e sacarose), no amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) que também são transformados no intestino em moléculas de glicose.

Ou seja, ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades e não nos fazerem mal.

Os doces em geral podem ser consumidos moderadamente pelas crianças após as refeições, que devem ser compostas por alimentos saudáveis. Procurar trocar a sobremesa por frutas, por exemplo, é uma ótima alternativa.

Meningite neonatal

A meningite é uma inflamação da membrana que recobre o cérebro, existindo a meningite viral e a bacteriana. Ao contrário do que muitos pensam, pode sim ocorrer em recém-nascidos, mesmo a incidência da doença sendo bem baixa, aproximadamente um caso a cada mil nascidos.

Quando a doença ocorre nos primeiros dias de vida, geralmente está relacionada à contaminação do recém-nascido com bactérias através do canal do parto. As mães desses bebês possivelmente apresentam complicações durante a gestação, como febre, líquido amniótico com mau cheiro, infecção da placenta, ou infecção urinária.

Quando a meningite se manifesta mais tarde, após o sétimo dia de vida, a infecção pode ter sido  adquirida através do contato com pessoas contaminadas ou material infectado. A bactéria chega até a circulação sanguínea, e atinge o Sistema Nervoso Central, causando a meningite.

Devido à imaturidade do sistema imunológico, o recém-nascido apresenta maior sensibilidade à infecção, pois seus mecanismos de defesa contra a invasão bacteriana são menos desenvolvidos em relação às crianças maiores, por isso, a doença tende ser mais perigosa nos primeiros meses de vida.

Os sintomas da meningite são, muitas vezes semelhante a uma gripe, como a recusa alimentar, febre, pescoço rígido, dor de cabeça, náuseas, aversão à luz, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele e dores no corpo.

Os especialistas orientam os pais a procurar ajuda médica assim que sentirem que o bebê não está bem, os recém-nascidos também podem apresentar sintomas como moleira estufada, olhar parado e pele pálida, manchada ou azulada, ser difíceis de acordar e se recusar a mamar.

Embora a mortalidade das crianças com meningite bacteriana neonatal tenha diminuído nos últimos anos, a frequência de sequelas é alta, mantendo-se entre 15 e 68%, por isso, é importante que a doença seja diagnosticada e tratada ainda no início, além se serem recomendada a vacinação contra o meningococo do tipo B, ainda nos primeiros meses, prevenindo a contaminação.

Suor no bebê

O suor tem a função de ajudar a regular a temperatura corporal, portanto, quanto mais a temperatura ambiente se eleva, mais suor será produzido. 

Até 18 ou 20 meses, os bebês têm o sistema de termorregulação corporal imaturo, o que significa que, ao mesmo tempo que eles ficam com frio rapidamente, também suam demais. A única coisa que pode se fazer é assegurar que a criança não passe muito calor.

Muitas mães se preocupam com o suor excessivo do bebê durante a noite, o que na maior parte dos casos, indica apenas calor. Portanto, quando seu bebê estiver suando demais é recomendado retirar alguma peça de roupa mais quente ou trocar as roupas do bebê por versões mais leves e fresquinhas.

Durante a amamentação é comum o bebê suar um pouco mais devido ao esforço realizado para sucção do seio, além de entrar em contato com o calor do corpo aquecido da mãe. O ideal é amamentar em locais mais arejados.

Na hora de vestir o bebê, principalmente no período da noite, a dúvida de quantas peças usar na criança sempre atormenta os pais, pois, o bebê não deve se sentir preso em meio à roupas e cobertores, sendo suficiente vestir mais uma peça do que as usadas pelo adulto.

Os resfriados são frequentes em distintas épocas do ano devido às mudanças bruscas de temperatura, por isso, se o suor estiver frio há grandes chances de haver um resfriado. Evitar sair à rua nas horas mais quentes e sempre levar uma manta ou xale caso esfrie repentinamente é recomendado na hora do passeio.

A transpiração excessiva pode ser considerada uma complicação quando associada a febre ou tosse persistente, por exemplo. Nesse caso, aconselha-se a procura de ajuda médica para análise das causas.

Diabete gestacional

Várias mudanças ocorrem no  metabolismo da mulher durante a gestação, uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar – ou até mesmo bloquear – a ação da insulina materna.

A diabete gestacional ocorre quando mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue, gerando uma situação de risco para a gestante e para o bebê, mas que pode ser controlada, possibilitando uma gestação tranquila e saudável.

Duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença. Em ambos os casos, influenciá-lo para o bem é o mais importante, tendo uma orientação médica, o controle da diabete durante toda a gestação se torna muito simples.  

O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e apresentar problemas respiratórios.

Fatores como obesidade, idade e hereditariedade influenciam no risco da mulher ter diabete durante a gravidez, assim como ter tido gestações anteriores com bebês que nasceram com mais de 4kg.

No tratamento para controlar a diabete gestacional, uma alimentação saudável com a diminuição de doces e cafeína e a prática de exercícios físicos moderados são o primeiro passo, porém, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle da alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina.

A partir de um mês e meio após o parto,  é muito provável que a taxa de açúcar no sangue tenha voltado ao normal, porém, mulheres que tiveram diabete gestacional são mais propensas a ter diabete mais tarde e devem ficar mais atentas, realizando o exame de glicemia com mais frequência.

 

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