Gestante pode pintar o cabelo?

É comum as mulheres cuidarem de sua sua aparência, e quando vem a gravidez surge a questão: e agora, posso pintar o cabelo?
Esta é uma pergunta típica entre as gestantes, já que tudo que é usado, ingerido e feito neste período pode afetar não apenas a mãe mas o bebê também. Mas afinal, posso pintar ou não?

Sim, as futuras mamães pode pintar o cabelo a partir do 12ª semana de gestação (primeiro trimestre, fase importantíssima na criação dos órgãos do feto), após a liberação do médico,  mas não são todos os produtos que são recomendados.

Não utilize tinta com base de amônia. Não existe um estudo que indique que amônia seja segura  para o bebê, então é desaconselhável o seu uso. Hoje é fácil encontrar produtos específicos para gestantes.

Se possível, mantenha o couro cabeludo livre de químicas pesadas, ele é uma área muito vascularizada, então é importante deixar a tinta aproximadamente 2 centímetros de distância da raiz,  para evitar que o produto seja absorvido e acabe entrando na corrente sanguínea.

Escova progressiva, pode?

Fique longe do formol! Escova progressiva e outras técnicas de alisamento utilizam químicas fortes para alisar os fios. O formol é uma substância apontada como cancerígena pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e pela Organização mundial de saúde (OMS).

IMPORTANTE: O uso do formol deve ser evitando também durante o período de amamentação.

Lembre-se ,nenhum tratamento de beleza é tão importante quando a prioridade é o seu bebê.

A gestação é um curto e importantíssimo período na vida de toda mãe, deixe para radicalizar e ousar em seus visual após a gestação e  amamentação.

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Doce para bebês

Os doces são chamados de calorias vazias, não oferecendo benefícios para nenhuma faixa etária, pois, além de não ter valor nutricional, o consumo excessivo de doces pode provocar cáries dentárias, obesidade e complicações como diabetes e deficiências de micronutrientes, principalmente ferro.

Inevitavelmente, a criança vai conhecer os variados tipos de doces e vai querer experimentá-los, porém, o consumo desses alimentos deve ser evitado, principalmente, no primeiro ano de vida.

Médicos dizem que o consumo exagerado de doces nesta fase, pode deixar os pequenos irritados e dispersos, pois além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina, e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

O ideal é não oferecer nada antes de surgir o primeiro pedido da criança, que será apresentada a todos eles muito rapidamente, não é necessário apressar este contato contato.

Na verdade, os açúcares fazem falta na alimentação, mas fazem parte da dieta habitual e são encontrados, por exemplo, no leite (lactose), nas frutas (frutose e sacarose), no amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) que também são transformados no intestino em moléculas de glicose.

Ou seja, ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades e não nos fazerem mal.

Os doces em geral podem ser consumidos moderadamente pelas crianças após as refeições, que devem ser compostas por alimentos saudáveis. Procurar trocar a sobremesa por frutas, por exemplo, é uma ótima alternativa.

Meningite neonatal

A meningite é uma inflamação da membrana que recobre o cérebro, existindo a meningite viral e a bacteriana. Ao contrário do que muitos pensam, pode sim ocorrer em recém-nascidos, mesmo a incidência da doença sendo bem baixa, aproximadamente um caso a cada mil nascidos.

Quando a doença ocorre nos primeiros dias de vida, geralmente está relacionada à contaminação do recém-nascido com bactérias através do canal do parto. As mães desses bebês possivelmente apresentam complicações durante a gestação, como febre, líquido amniótico com mau cheiro, infecção da placenta, ou infecção urinária.

Quando a meningite se manifesta mais tarde, após o sétimo dia de vida, a infecção pode ter sido  adquirida através do contato com pessoas contaminadas ou material infectado. A bactéria chega até a circulação sanguínea, e atinge o Sistema Nervoso Central, causando a meningite.

Devido à imaturidade do sistema imunológico, o recém-nascido apresenta maior sensibilidade à infecção, pois seus mecanismos de defesa contra a invasão bacteriana são menos desenvolvidos em relação às crianças maiores, por isso, a doença tende ser mais perigosa nos primeiros meses de vida.

Os sintomas da meningite são, muitas vezes semelhante a uma gripe, como a recusa alimentar, febre, pescoço rígido, dor de cabeça, náuseas, aversão à luz, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele e dores no corpo.

Os especialistas orientam os pais a procurar ajuda médica assim que sentirem que o bebê não está bem, os recém-nascidos também podem apresentar sintomas como moleira estufada, olhar parado e pele pálida, manchada ou azulada, ser difíceis de acordar e se recusar a mamar.

Embora a mortalidade das crianças com meningite bacteriana neonatal tenha diminuído nos últimos anos, a frequência de sequelas é alta, mantendo-se entre 15 e 68%, por isso, é importante que a doença seja diagnosticada e tratada ainda no início, além se serem recomendada a vacinação contra o meningococo do tipo B, ainda nos primeiros meses, prevenindo a contaminação.

Suor no bebê

O suor tem a função de ajudar a regular a temperatura corporal, portanto, quanto mais a temperatura ambiente se eleva, mais suor será produzido. 

Até 18 ou 20 meses, os bebês têm o sistema de termorregulação corporal imaturo, o que significa que, ao mesmo tempo que eles ficam com frio rapidamente, também suam demais. A única coisa que pode se fazer é assegurar que a criança não passe muito calor.

Muitas mães se preocupam com o suor excessivo do bebê durante a noite, o que na maior parte dos casos, indica apenas calor. Portanto, quando seu bebê estiver suando demais é recomendado retirar alguma peça de roupa mais quente ou trocar as roupas do bebê por versões mais leves e fresquinhas.

Durante a amamentação é comum o bebê suar um pouco mais devido ao esforço realizado para sucção do seio, além de entrar em contato com o calor do corpo aquecido da mãe. O ideal é amamentar em locais mais arejados.

Na hora de vestir o bebê, principalmente no período da noite, a dúvida de quantas peças usar na criança sempre atormenta os pais, pois, o bebê não deve se sentir preso em meio à roupas e cobertores, sendo suficiente vestir mais uma peça do que as usadas pelo adulto.

Os resfriados são frequentes em distintas épocas do ano devido às mudanças bruscas de temperatura, por isso, se o suor estiver frio há grandes chances de haver um resfriado. Evitar sair à rua nas horas mais quentes e sempre levar uma manta ou xale caso esfrie repentinamente é recomendado na hora do passeio.

A transpiração excessiva pode ser considerada uma complicação quando associada a febre ou tosse persistente, por exemplo. Nesse caso, aconselha-se a procura de ajuda médica para análise das causas.

Diabete gestacional

Várias mudanças ocorrem no  metabolismo da mulher durante a gestação, uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar – ou até mesmo bloquear – a ação da insulina materna.

A diabete gestacional ocorre quando mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue, gerando uma situação de risco para a gestante e para o bebê, mas que pode ser controlada, possibilitando uma gestação tranquila e saudável.

Duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença. Em ambos os casos, influenciá-lo para o bem é o mais importante, tendo uma orientação médica, o controle da diabete durante toda a gestação se torna muito simples.  

O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e apresentar problemas respiratórios.

Fatores como obesidade, idade e hereditariedade influenciam no risco da mulher ter diabete durante a gravidez, assim como ter tido gestações anteriores com bebês que nasceram com mais de 4kg.

No tratamento para controlar a diabete gestacional, uma alimentação saudável com a diminuição de doces e cafeína e a prática de exercícios físicos moderados são o primeiro passo, porém, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle da alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina.

A partir de um mês e meio após o parto,  é muito provável que a taxa de açúcar no sangue tenha voltado ao normal, porém, mulheres que tiveram diabete gestacional são mais propensas a ter diabete mais tarde e devem ficar mais atentas, realizando o exame de glicemia com mais frequência.

 

O que fazer quando a bolsa estoura

Durante a gravidez, o bebê está protegido, no útero, dentro de uma membrana, que fica cheia de líquido amniótico.

Quando a bolsa do líquido amniótico estourar, é importante manter a calma, não se desespere. O ideal a fazer é limpar-se, colocar uma roupa seca, um absorvente, ligar para o médico e ir para a maternidade, pois tudo indica que o bebê vai nascer.

Não é difícil identificar se a bolsa realmente estourou, já que a perda de água é intensa e, ao contrário da urina, a gestante não consegue controlar.

Normalmente ocorre depois do trabalho de parto ter início e somente 10% das gestantes, têm a ruptura repentina, antes mesmo de o trabalho de parto começar.


O líquido pode ser transparente ou amarelado, e vir com um pouco de sangue junto, fique atenta se este estiver escuro ou esverdeado, é preciso ir imediatamente para a maternidade, essa coloração pode indicar, por exemplo, que houve um descolamento de placenta.

A bolsa d’água, tem a função de proteger o bebê contra traumas e infecções. Depois que ela se rompe, o parto ocorre, no máximo, nas 48 horas seguintes, porém, alguns obstetras optam por induzir o nascimento com medicamentos, a fim de evitar infecções.

Se a bolsa estourar antes da 37ª semana, procure seu obstetra, que vai verificar se a bolsa rompeu e, se tiver rompido, verificar a necessidade de se adiar o parto ou fazê-lo no momento para evitar infecções ou complicações.

São as últimas semanas de gestação, a ansiedade e o nervosismo crescem, sendo importante manter a calma nesse período, prezando a saúde da mãe e do bebê, tendo sempre um acompanhamento médico.

 

Dilatação gestacional

Em muitos casos, é de desejo da mãe e do bebê, o parto normal. Neste caso, o pequeno se posicione com a cabeça para baixo, de modo que consiga sair pelo canal vaginal, de forma que a criança fica encaixada entre o osso da pélvis da mãe.

A dilatação é a abertura do colo do útero para proporcionar um caminho de saída para o bebê nascer de parto normal. A cérvix (cérvice ou colo do útero) é a porção inferior e estreita do útero, quando ele se une com a porção final superior da vagina, é ela que começa a dilatar e a ficar mais fina preparando-se para passagem do bebê.
De forma surpreendente, o colo do útero é capaz de abrir-se até 10 cm na fase de dilatação.

Foto: maemequer.pt

Essa abertura acontece de forma lenta e gradual através das contrações.
As contrações empurram o pequeno ainda mais para baixo no colo do útero, fazendo com que ele se dilate. É a combinação de hormônios e da pressão da cabeça do bebê que causa a dilatação gestacional.

As contrações indicam o avanço do nascimento, veja na tabela:

Contrações a cada 5 minutos Contrações a cada 3-4 minutos Contrações a cada 2-3 minutos Contrações a cada 1-2 minutos
Média de 5 cm de dilatação Média de 6 cm de dilatação Média de 8 cm de dilatação Média de 10 cm de dilatação

Fonte (tabela): gestacaobebe.com.br

A dilatação é medida em centímetros. Em exames vaginais, mede-se pelo número de dedos que cabem na abertura do colo do útero – se a ponta de um dedo encaixa, significa 1cm de dilatação, se duas pontas encaixam, há 2cm de dilatação, e assim por diante.

 

Fraldas na praia e na piscina

A nossa primavera já está bem quente e o verão está a caminho, para se refrescar os pequenos são apresentados a piscina e a praia. Para manter a higiene e a saúde do seu bebê não corra o risco tirando a fralda dele nesses lugares.

Em uma pesquisa feita no site CRESCER, 52% dos pais levaram as crianças a praia quando a criança tinha entre 6 meses e 1 ano; 30% entre 1 e 2 anos. Segundo os especialistas, a primeira ida à praia pode acontecer a partir dos 6 meses. No entanto, é preciso cuidados com a pele, alimentação e higiene da criança.
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/

fraldas-na-praia-e-na-piscina-blog-nasce-centro-de-atendimento-a-gestante-porto-alegre

Crianças que ainda não tiraram a fralda devem usar as fraldas próprios para água quando forem nadar em piscinas ou praias. O objetivo aqui, além de zelar pela higiene, é evitar acidentes constrangedores. Afinal, piscina e praia são locais compartilhados por várias pessoas e a fralda retém tanto o xixi quanto o cocô.

As fraldas para usar na água são melhores nessa situação pois elas não encharcam. Fraldas normais logo se enchem de água e perdem sua capacidade de absorver o xixi. Além disso, ao ficarem volumosas e pesadas,dificultando os movimentos do bebê.

Este modelo foi projetada com uma camada externa impermeável e as bordas elásticas justas, bloqueando assim a passagem da água de fora para dentro e evitando que a fralda encharque. Assim, a camada absorvente da parte interna da fralda consegue reter o cocô e o xixi.

Cuidado com a areia

A areia é foco de agentes que podem causar infecções nas partes íntimas do bebê, principalmente nas meninas. Por isso, deixe o seu filho brincar na areia com fralda e shorts. Na hora de trocar a fralda, faça a limpeza com água doce e algodão, suavemente. Se a quantidade de areia no corpo do bebê for muito grande, é importante lavá-la com água em abundância. Evite usar lenços umedecidos ou fraldas de algodão para fazer a limpeza, pois esses itens criam atrito com a pele e podem machucá-la com as pedrinhas de areia.

Fonte de pesquisa: http://bebe.abril.com.br/familia/praia-e-piscina-qual-a-fralda-mais-apropriada-para-esses-lugares/

Cursos – Novembro 2016

Convidamos todas as mães e futuras mães para passar o dia 26 de novembro conosco.
Teremos dois cursos ótimos para você saber mais sobre a alimentação do seu bebê, desde a amamentação até a introdução de alimentos após os seis meses.
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Quando? 

Dia 26 de novembro de 2016

O que? 

9h – Oficina de Papinhas 

Após os 6 meses do seu bebê é recomendado introduzir a alimentação complementar. E, para tirar todas as suas dúvidas sobre este momento, as nutricionistas Betina Ettrich e Gabriela Penter, desenvolveram a Oficina de Papinhas.

Temas abordados:

– Recomendações sobre a introdução da alimentação
– Como preparar uma papinha saudável, gostosa e nutritiva
– Ingredientes, técnicas e receitas

14h – Amamentação

As futuras mães receberão orientações a respeito da preparação das mamas, extração e armazenamento do leite. Além disso, serão abordadas as dificuldades que podem surgir na amamentação e como resolvê-las de maneira prática, para aproveitar cada momento junto ao bebê.

Quem ministra este workshop são as especialistas Daniela Flores e Flavia Dotto, do Amamenta. Este é um consultório de aleitamento materno que tem como objetivo principal acolher as gestantes, orientando-as em relação ao preparo e incentivo à amamentação.

Como faço a inscrição? 

Inscrições e mais informações pelo telefone: (51) 3334-4503

Onde?

Nasce Centro de Atendimento à Gestante – Rua Gustavo Schmitt, 580, Três Figueiras – Porto Alegre/RS

Aplicativos úteis para as mamães

Você se considera uma mãe moderna? Não são só as mães de primeira viagem que encontram dificuldades durante a gestação e na hora de cuidar dos pequenos. Mas fique tranquila, a tecnologia está aí para facilitar as nossas vidas. Alguns aplicativos, além de auxiliar nessas tarefas, tornam a experiência de ser mãe ainda mais inesquecível.

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O Nasce agora tem uma novidade para nossas mamães, trata-se do aplicativo “Hello Mon”. Quando você vier fazer a sua ecografia, as fotos do seu bebê são enviadas diretamente para o seu celular através de conexão bluetooth. Ainda na barriga, seu filho já terá um álbum de fotografias completo para guardar de lembrança e compartilhar com os amigos e familiares.

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Além do “Hello Mon”, preparamos uma lista com outros aplicativos para auxilar você nessa tarefa de cuidar e educar seu filho.

Minha Gravidez Hoje

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O aplicativo traz informações diárias sobre o crescimento do bebê, dicas de saúde para a mamãe e muitas outras orientações.

Disponível para iOS e Android.

 

Contraction Master

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Com este aplicativo é possível cronometrar a intensidade e o tempo de cada contração. Ele avisa a hora de ir para o hospital e disponibiliza um botão para avisar o médico.

Disponível para iOS e Android.

 

Aleitamento

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Marca a hora que o bebê mamou e em quanto tempo ficou em cada peito. Além disso, o aplicativo ainda indica o banco de leite mais próximo.

Disponível para iOS.

 

Vacinação em Dia

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O Ministério da Saúde oferece um aplicativo gratuito com o calendário oficial de vacinação, com notificações sobre as campanhas sazonais. É possível calcular as doses necessárias dos bebês, a partir da inserção da primeira vacina no calendário e você ainda recebe um lembrete por mensagem.

Disponível para iOS e Android.

 

Bebê Conecta

bebeconecta

Funciona como uma agenda para controlar a rotina do bebê, marcando o dia das consultas, das vacinas e muito mais. Você ainda consegue compartilhar essas informações com o celular do pai, da avó, da babá, do pediatra e de quem mais precisar.

Disponível para iOS e Android.

 

Canção de Ninar para os Bebês

ninar

Este aplicativo possui duas funções: acalmar o bebê e ajudá-lo a dormir em ambientes diferentes. São 5 opções de músicas para ninar a criança. Você pode controlar o tempo da canção com um temporizador.

Disponível para Android.

 

Se você possui algum plano de saúde, baixe o aplicativo da operadora no seu celular. Essa é uma maneira mais fácil de localizar médicos e hospitais, além de obter outras informações com a seguradora.

Escreva seu endereço de email para receber atualizações.

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