Icterícia no recém-nascido

A icterícia aparece no bebê saudável quando o sangue fica com excesso de uma substância chamada bilirrubina, causando a pele amarelada do recém-nascido.

Os recém-nascidos tendem a ter níveis de bilirrubina mais elevados porque possuem hemácias extras no corpo, e seu fígado ainda não consegue metabolizar o excesso de bilirrubina.

Mais de 50 por cento dos bebês saudáveis e absolutamente normais ficam com a pele amarelada nos primeiros dias depois de nascer. Se isso acontecer com seu bebê, não é preciso se apavorar, mas é preciso falar com o pediatra.

No caso de um bebê nascido depois de 37 semanas de gravidez, dentro de uma semana a cor natural deve voltar e, em bebês prematuros, pode demorar um pouco mais.

Em casos mais raros, recém-nascidos com icterícia podem sofrer danos neurológicos, mas isso só acontece quando os níveis de bilirrubina ficam extremamente elevados.

O tratamento é feito com fototerapia – o bebê é colocado sob luzes fluorescentes que ajudam a metabolizar a bilirrubina, para que ela seja excretada pelo fígado. A criança é colocada numa espécie de bercinho de luz, sem roupa, com os olhos cobertos por uma máscara protetora.

 

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Melasma na gravidez

Conhecido como cloasma na gravidez, o melasma gestacional é comum e atinge grande parte das gestantes, é resultante de transformações hormonais que ocorrem nesse período.

Os melasmas são manchas em tons marrons que aparecem na pele do rosto e corpo da gestante, devido às alterações hormonais ocorre um aumento da melanina, pigmento responsável por dar coloração na pele. Com isso, há a hiperpigmentação de determinada área, originando as manchas.

Em algumas mulheres, a causa do melasma pode ir além da gravidez, estando relacionado ao consumo de anticoncepcionais, reposição hormonal, genética e exposição ao sol em excesso.

O melasma na gravidez costuma surgir a partir da metade da gestação, quando os hormônios se estabilizam e devem ser analisados por um médico especialista para a certificação de que não se trata de doenças de pele mais sérias.

Preocupadas com a estética, muitas mamães questionam se o melanoma some após a gestação, principalmente as manchas faciais e, em grande parte dos casos elas somem sim, ou se tornam bem claras na pele.

Porém, há casos em que a mancha permanece e neste caso, apenas tratamentos clínicos podem ser realizados sob a pele.

Consultar o médico é sempre essencial, assim como o uso do filtro solar durante o dia a dia, que além de ajudar no tratamento do melanoma, previne inúmeras outras doenças de pele.

Refluxo em bebês

O refluxo acontece quando uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, ainda não amadureceu o suficiente e não fecha corretamente. Isto permite que o conteúdo do estômago volte para o esôfago, em direção à boca.

Cerca de 40 por cento de todos os bebês apresentam algum tipo de refluxo, porém,  apenas uma pequena porcentagem se torna um problema sério e persistente.

O refluxo pode ser classificado como um incômodo temporário, pois geralmente, melhora à medida que o aparelho digestivo do bebê amadurece.  

Alguns fatores contribuem para o refluxo ser algo tão frequente em bebês, como o fato de ficarem deitados a maior parte do tempo e ter uma dieta composta apenas por líquidos. Bebês que nasceram prematuros também tem maiores chances de ter refluxo.

 O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, isso é comum, mas em alguns casos, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de refluxo.

Se você observar que o bebê não está ganhando peso, chora após a mamada, estiver vomitando com frequência e mostrando desconforto na barriga e garganta, a visita ao médico deve se tornar urgente.

O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, por isso, indicamos que leve a consulta uma espécie de relatório do refluxo do seu filho, relatando por exemplo a hora que ele mama, quantas vezes e quais são as reações após.

É sempre importante ficar bem atenta aos bebês com refluxo, principalmente com o seu ganho de peso, procurando um médico que irá auxiliar em um tratamento para aliviar o desconforto do bebê. 

Dia da gestante

Feliz dia da gestante para quem planeja uma vida inteira em 9 meses e carrega dentro de si, dois corações batendo no mesmo compasso de amor! ❤

Perigos da obesidade na gestação

A gestação é um momento delicado que requer cuidados especiais, principalmente na alimentação, que tem uma ligação direta com a saúde da mãe e do bebê.

Nessa fase, a futura mamãe tende a comer mais e apesar de ser comum entre as gestantes, a fome pode estar ligada a alterações psicológicas e emocionais e às vezes precisa ser controlada.

As gestantes a partir do terceiro mês de gravidez devem ingerir apenas 300 calorias a mais do que o normal, totalizando 2.800 calorias por dia.

A obesidade na gravidez é um problema comum e perigoso, estudos nos mostram que cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez, sendo associada ao maior índice de mortalidade dos recém-nascidos.

O excesso de peso aumenta o risco de desenvolver complicações na gravidez, como hipertensão e diabetes na mãe, e também problemas de malformações no bebê, como defeitos cardíacos e defeito no tubo neural.

Embora, durante a gravidez não seja aconselhado fazer dietas de emagrecimento, é fundamental controlar a qualidade da alimentação e a ingestão de calorias para que o bebê tenha todos os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento, sem que a gestante aumente muito o peso.

É indicado que a mulher de baixo peso ganhe em torno de 15 kg, as de peso adequado, entre 10 a 12 kg, e as com sobrepeso ou obesas, entre 6kg e 7kg.

As mulheres que ganham muito peso durante a gravidez têm hábitos alimentares ruins e que, possivelmente, continuam depois do nascimento do bebê, por isso, uma alimentação saudável, rica em nutrientes e com uma ingestão de água constantemente, de 1,5 a 2 litros por dia, é essencial para a saúde da mãe e do bebê tanto na vida intra-uterina como no futuro.

Dia do Pediatra

A pediatria nasceu em 1722, na Suíça, quando o médico Theodore Zwinger notou que os sinais e sintomas de uma mesma doença que acomete tanto a criança como o adulto são diferentes na forma e no conteúdo.

Publicou uma obra ao redor do seu estudo, a Paedoiatreia— as doenças na infância, o que gerou mais tarde a palavra “Pediatria”.

O Dia do Pediatra é celebrado em 27 de julho, pois nessa data, em 1910, foi criada a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Seus objetivos maiores e indissociáveis têm sido a saúde na infância e na adolescência, e a valorização do pediatra como especialista diferenciado para cuidar desse determinado grupo. Contamos com mais de 22 mil pediatras associados, provando que a credibilidade foi alcançada.

O responsável pela saúde do seu bem mais valioso merece a nossa eterna gratidão. A equipe do Nasce deseja a todos os pediatras um dia muito feliz aos especialistas que tratam com amor e por amor! ❤

Suor no bebê

O suor tem a função de ajudar a regular a temperatura corporal, portanto, quanto mais a temperatura ambiente se eleva, mais suor será produzido. 

Até 18 ou 20 meses, os bebês têm o sistema de termorregulação corporal imaturo, o que significa que, ao mesmo tempo que eles ficam com frio rapidamente, também suam demais. A única coisa que pode se fazer é assegurar que a criança não passe muito calor.

Muitas mães se preocupam com o suor excessivo do bebê durante a noite, o que na maior parte dos casos, indica apenas calor. Portanto, quando seu bebê estiver suando demais é recomendado retirar alguma peça de roupa mais quente ou trocar as roupas do bebê por versões mais leves e fresquinhas.

Durante a amamentação é comum o bebê suar um pouco mais devido ao esforço realizado para sucção do seio, além de entrar em contato com o calor do corpo aquecido da mãe. O ideal é amamentar em locais mais arejados.

Na hora de vestir o bebê, principalmente no período da noite, a dúvida de quantas peças usar na criança sempre atormenta os pais, pois, o bebê não deve se sentir preso em meio à roupas e cobertores, sendo suficiente vestir mais uma peça do que as usadas pelo adulto.

Os resfriados são frequentes em distintas épocas do ano devido às mudanças bruscas de temperatura, por isso, se o suor estiver frio há grandes chances de haver um resfriado. Evitar sair à rua nas horas mais quentes e sempre levar uma manta ou xale caso esfrie repentinamente é recomendado na hora do passeio.

A transpiração excessiva pode ser considerada uma complicação quando associada a febre ou tosse persistente, por exemplo. Nesse caso, aconselha-se a procura de ajuda médica para análise das causas.

Pele do bebê nos primeiros meses

A pele do bebê tem cerca de metade da espessura da pele de um adulto. Além disso possuem menos pelos e as glândulas que produzem o suor ainda são pouco desenvolvidas, assim como as células que produzem a coloração da pele, que estão em menor atividade.

Por ser mais sensível, principalmente nos primeiros meses, é preciso ser constantemente protegida do calor e a luz do sol, para evitar o comum o aparecimento de brotoejas, especialmente no período do verão.

A pele do recém-nascido pode apresentar certa reação a determinados componentes químicos presentes na roupa nova ou naquelas lavadas com sabão e amaciante. Para prevenir tal problema, recomenda-se lavar duas vezes as vestimentas, assim como os lençóis e as mantas nas quais são envolvidos, fraldas de pano, cueiros e, tudo aquilo que vá entrar em contato direto com a pele do bebê.

Uma das áreas que requer mais atenção durante os primeiros meses é aquela coberta pela fralda, já que está exposta à umidade constante, causando a assadura que vem do contato da pele do bebê com a urina, principalmente em lugares abafados e com dobras. Apesar de serem consideradas comuns, podem ser evitadas, redobrando a higiene.

Outro fato importante é que cerca de 30 a 50% dos recém-nascidos adquirem uma mancha vermelha que aparece geralmente na testa, pálpebras, lábio superior, entre as sobrancelhas ou nuca, conhecida popularmente como “Bicada da Cegonha”. Esta não deve gerar grandes preocupações, pois tende a desaparecer sozinha à medida que a criança cresce.

Para maior saúde e bem estar da criança, é recomendado banhos rápidos e com uso de sabonete líquido de PH neutro, preferencialmente no umbigo, pescoço, axilas e área das fraldas, regiões onde as bactérias se proliferam mais facilmente. Lembramos também o cuidado com a pele exposta ao sol e os perigos que os mesmos causam.

Cuidados com o bebê no inverno

O inverno é uma época que exige alguns cuidados especiais ao bebê, que por ainda não possuir as defesas fortalecidas, é exposto a gripes e resfriados característicos da estação fria.

No tempo frio, é comum que a pele da criança fique mais desidratada, por isso, é importante passar creme hidratante hipoalergênico sem perfume após o banho e nos lábios, que tendem a ficar rachados, principalmente quando a saliva seca na boca, o uso de protetor labial é o mais indicado.

Os bebês menores que um ano quase só respiram pelo nariz, que é a porta de entrada para agentes infecciosos, poluição, fungos, pólen e outras partículas que andam no ar e que podem provocar alergias, e constipações, por isso, manter o nariz do bebê bem limpo e desobstruído é fundamental para prevenir problemas respiratórios, que são frequentes no inverno.

Tomar banho no inverno pode ser difícil, mas é uma higiene necessária, por isso, indicamos esquentar o banheiro antes de despir o bebê, encurtar a duração do banho para no máximo 5 minutos e com a temperatura da água perto dos 37 ºC.

Na hora de vestir a criança prefira peças interiores em algodão para deixar a pele respirar e evitar alergias, pode começar por um body e uns collants, uma camisola e um par de calças e um macacão ou casaco. Caso o bebê se mostrar mais irritado pode estar com calor, vá retirando peças até o sentir confortável.

Neste clima frio, mantenha seu bebê bem alimentado e aconchegado em lugares limpos e arejados, visando o seu bem estar e saúde para enfrentar as baixas temperaturas.  

Importância de o bebê engatinhar

O ato de engatinhar ajuda a fortalecer os músculos do bebê para que depois ele seja capaz de andar, e é o primeiro modo de se locomover por conta própria.

Se torna também muito importante para o desenvolvimento e amadurecimento psicológico da criança, que irá conhecer melhor o seu próprio corpo e suas capacidades de se movimentar sem a ajuda dos pais.

A maioria dos bebês aprende a engatinhar entre os 6 e os 10 meses, mas há crianças que nem chegam a engatinhar, preferindo rolar, arrastar-se sentadas ou ficar direto em pé com algum apoio.

Para as crianças, se locomover é a parte importante, não interessa de que forma.

Para estimular a locomoção do bebê dentro de casa, pode ser usado objetos que ele goste ou até mesmo a presença da mãe fora do seu alcance mas em seu campo de visão, isso vai ajudá-lo a ficar mais confiante, além de reforçar sua velocidade e sua agilidade.

Não deixe a criança brincando sozinha!

Nesta fase ele está se sentindo livre para explorar novos espaços e pode ser exposta a perigos dentro de casa, então o ideal é verificar desníveis no piso, fechar tomadas, tomar cuidado com móveis que a criança pode vir a bater a cabeça e principalmente estar sempre por perto.

Cada bebê desenvolve suas habilidades em ritmos diferentes, porém, se a criança chegar a 1 ano de idade sem demonstrar nenhum interesse em se locomover (seja se arrastando, engatinhando ou rolando), ou não tiver descoberto como mexer os braços e as pernas num movimento semelhante, o pediatra deve ser comunicado.

Lembrando também que bebês que nasceram prematuros podem atingir esse e outros marcos do desenvolvimento vários meses depois que as outras crianças da mesma idade.

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