Icterícia no recém-nascido

A icterícia aparece no bebê saudável quando o sangue fica com excesso de uma substância chamada bilirrubina, causando a pele amarelada do recém-nascido.

Os recém-nascidos tendem a ter níveis de bilirrubina mais elevados porque possuem hemácias extras no corpo, e seu fígado ainda não consegue metabolizar o excesso de bilirrubina.

Mais de 50 por cento dos bebês saudáveis e absolutamente normais ficam com a pele amarelada nos primeiros dias depois de nascer. Se isso acontecer com seu bebê, não é preciso se apavorar, mas é preciso falar com o pediatra.

No caso de um bebê nascido depois de 37 semanas de gravidez, dentro de uma semana a cor natural deve voltar e, em bebês prematuros, pode demorar um pouco mais.

Em casos mais raros, recém-nascidos com icterícia podem sofrer danos neurológicos, mas isso só acontece quando os níveis de bilirrubina ficam extremamente elevados.

O tratamento é feito com fototerapia – o bebê é colocado sob luzes fluorescentes que ajudam a metabolizar a bilirrubina, para que ela seja excretada pelo fígado. A criança é colocada numa espécie de bercinho de luz, sem roupa, com os olhos cobertos por uma máscara protetora.

 

Anúncios

Doce para bebês

Os doces são chamados de calorias vazias, não oferecendo benefícios para nenhuma faixa etária, pois, além de não ter valor nutricional, o consumo excessivo de doces pode provocar cáries dentárias, obesidade e complicações como diabetes e deficiências de micronutrientes, principalmente ferro.

Inevitavelmente, a criança vai conhecer os variados tipos de doces e vai querer experimentá-los, porém, o consumo desses alimentos deve ser evitado, principalmente, no primeiro ano de vida.

Médicos dizem que o consumo exagerado de doces nesta fase, pode deixar os pequenos irritados e dispersos, pois além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina, e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

O ideal é não oferecer nada antes de surgir o primeiro pedido da criança, que será apresentada a todos eles muito rapidamente, não é necessário apressar este contato contato.

Na verdade, os açúcares fazem falta na alimentação, mas fazem parte da dieta habitual e são encontrados, por exemplo, no leite (lactose), nas frutas (frutose e sacarose), no amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) que também são transformados no intestino em moléculas de glicose.

Ou seja, ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades e não nos fazerem mal.

Os doces em geral podem ser consumidos moderadamente pelas crianças após as refeições, que devem ser compostas por alimentos saudáveis. Procurar trocar a sobremesa por frutas, por exemplo, é uma ótima alternativa.

Melasma na gravidez

Conhecido como cloasma na gravidez, o melasma gestacional é comum e atinge grande parte das gestantes, é resultante de transformações hormonais que ocorrem nesse período.

Os melasmas são manchas em tons marrons que aparecem na pele do rosto e corpo da gestante, devido às alterações hormonais ocorre um aumento da melanina, pigmento responsável por dar coloração na pele. Com isso, há a hiperpigmentação de determinada área, originando as manchas.

Em algumas mulheres, a causa do melasma pode ir além da gravidez, estando relacionado ao consumo de anticoncepcionais, reposição hormonal, genética e exposição ao sol em excesso.

O melasma na gravidez costuma surgir a partir da metade da gestação, quando os hormônios se estabilizam e devem ser analisados por um médico especialista para a certificação de que não se trata de doenças de pele mais sérias.

Preocupadas com a estética, muitas mamães questionam se o melanoma some após a gestação, principalmente as manchas faciais e, em grande parte dos casos elas somem sim, ou se tornam bem claras na pele.

Porém, há casos em que a mancha permanece e neste caso, apenas tratamentos clínicos podem ser realizados sob a pele.

Consultar o médico é sempre essencial, assim como o uso do filtro solar durante o dia a dia, que além de ajudar no tratamento do melanoma, previne inúmeras outras doenças de pele.

Refluxo em bebês

O refluxo acontece quando uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, ainda não amadureceu o suficiente e não fecha corretamente. Isto permite que o conteúdo do estômago volte para o esôfago, em direção à boca.

Cerca de 40 por cento de todos os bebês apresentam algum tipo de refluxo, porém,  apenas uma pequena porcentagem se torna um problema sério e persistente.

O refluxo pode ser classificado como um incômodo temporário, pois geralmente, melhora à medida que o aparelho digestivo do bebê amadurece.  

Alguns fatores contribuem para o refluxo ser algo tão frequente em bebês, como o fato de ficarem deitados a maior parte do tempo e ter uma dieta composta apenas por líquidos. Bebês que nasceram prematuros também tem maiores chances de ter refluxo.

 O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, isso é comum, mas em alguns casos, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de refluxo.

Se você observar que o bebê não está ganhando peso, chora após a mamada, estiver vomitando com frequência e mostrando desconforto na barriga e garganta, a visita ao médico deve se tornar urgente.

O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, por isso, indicamos que leve a consulta uma espécie de relatório do refluxo do seu filho, relatando por exemplo a hora que ele mama, quantas vezes e quais são as reações após.

É sempre importante ficar bem atenta aos bebês com refluxo, principalmente com o seu ganho de peso, procurando um médico que irá auxiliar em um tratamento para aliviar o desconforto do bebê. 

Volume muito alto pode prejudicar a audição do bebê

Quando a família aumenta, ter uma vida mais calma e livre de muita agitação é essencial para o bebê, pois além de ficar mais calmo evita problemas auditivos que podem estar relacionados a volumes muito altos ao seu redor.

O sistema auditivo é um órgão sensorial extremamente delicado e passível de lesões se for muito carregado, principalmente em bebês, que têm uma sensibilidade auditiva muito apurada. A célula ciliada do ouvido interno do bebê sofre com o ruído excessivo e isso pode acabar levando à sua destruição.

Embora não exista uma forma de diferenciar a audição infantil da adulta, os danos causados pelo volume muito alto com certeza são mais preocupantes nos bebês.

Especialistas dizem que, quanto mais cedo acontece uma lesão, mais tempo a pessoa carrega durante a vida, isso porque esse prejuízo é irreversível.

Não existe medicação ou cirurgia capaz de consertar. Por conta disso, acaba sendo muito grave uma lesão desse nível em um uma criança ainda tão nova, sendo necessário em muitos dos casos, o uso do aparelho auditivo.

Cuidar para que seus filhos não fiquem expostos a sons muito altos, seja por pouco ou muito tempo, é importante para garantir que eles tenham uma boa audição, evitando sempre lugares muito barulhentos, como festas com música altas e barulhos de trânsito intenso.

Se for inevitável fugir de locais com barulho excessivo, o ideal é proteger os ouvidos da maneira certa. Muitos pais tendem a usar o algodão para tapar o canal auditivo, mas isso não garante a vedação necessária do som.

Uma opção é usar fones de ouvido de boa qualidade que preservam a audição da criança de forma que o incômodo diminua. Lembrando que, assim que o bebê apresentar algum desconforto auditivo, a visita ao médico é indispensável.

Dia da gestante

Feliz dia da gestante para quem planeja uma vida inteira em 9 meses e carrega dentro de si, dois corações batendo no mesmo compasso de amor! ❤

Perigos da obesidade na gestação

A gestação é um momento delicado que requer cuidados especiais, principalmente na alimentação, que tem uma ligação direta com a saúde da mãe e do bebê.

Nessa fase, a futura mamãe tende a comer mais e apesar de ser comum entre as gestantes, a fome pode estar ligada a alterações psicológicas e emocionais e às vezes precisa ser controlada.

As gestantes a partir do terceiro mês de gravidez devem ingerir apenas 300 calorias a mais do que o normal, totalizando 2.800 calorias por dia.

A obesidade na gravidez é um problema comum e perigoso, estudos nos mostram que cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez, sendo associada ao maior índice de mortalidade dos recém-nascidos.

O excesso de peso aumenta o risco de desenvolver complicações na gravidez, como hipertensão e diabetes na mãe, e também problemas de malformações no bebê, como defeitos cardíacos e defeito no tubo neural.

Embora, durante a gravidez não seja aconselhado fazer dietas de emagrecimento, é fundamental controlar a qualidade da alimentação e a ingestão de calorias para que o bebê tenha todos os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento, sem que a gestante aumente muito o peso.

É indicado que a mulher de baixo peso ganhe em torno de 15 kg, as de peso adequado, entre 10 a 12 kg, e as com sobrepeso ou obesas, entre 6kg e 7kg.

As mulheres que ganham muito peso durante a gravidez têm hábitos alimentares ruins e que, possivelmente, continuam depois do nascimento do bebê, por isso, uma alimentação saudável, rica em nutrientes e com uma ingestão de água constantemente, de 1,5 a 2 litros por dia, é essencial para a saúde da mãe e do bebê tanto na vida intra-uterina como no futuro.

Dia do Pediatra

A pediatria nasceu em 1722, na Suíça, quando o médico Theodore Zwinger notou que os sinais e sintomas de uma mesma doença que acomete tanto a criança como o adulto são diferentes na forma e no conteúdo.

Publicou uma obra ao redor do seu estudo, a Paedoiatreia— as doenças na infância, o que gerou mais tarde a palavra “Pediatria”.

O Dia do Pediatra é celebrado em 27 de julho, pois nessa data, em 1910, foi criada a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Seus objetivos maiores e indissociáveis têm sido a saúde na infância e na adolescência, e a valorização do pediatra como especialista diferenciado para cuidar desse determinado grupo. Contamos com mais de 22 mil pediatras associados, provando que a credibilidade foi alcançada.

O responsável pela saúde do seu bem mais valioso merece a nossa eterna gratidão. A equipe do Nasce deseja a todos os pediatras um dia muito feliz aos especialistas que tratam com amor e por amor! ❤

Estomatite infantil

A estomatite trata-se de uma inflamação na região da boca, provocada por um vírus e que se caracteriza pelo aparecimento de aftas, acompanhadas de dor, febre e muito desconforto.

Não é à toa que as crianças ficam irritadas e com dificuldade de se alimentar, assustando as mamães.

A maioria dos casos de estomatite infantil afeta não só a boca da criança, mas também pode atingir a garganta e esôfago. Normalmente, o vírus responsável é o da herpes simples (HSV-1), se aproveitam de momentos de baixa imunidade, provocados por uma gripe, por exemplo, para entrar em ação, por isso, no outono e no inverno, os episódios são mais frequentes, por ser uma temporada de gripes e resfriados que torna o sistema imunológico mais vulnerável.

O contágio pode acontecer por contato pele a pele e também pelo fato de colocar a mão suja na boca, por isso é importante lavar as mãos das crianças com frequência e procurar evitar que ele coloque os brinquedos na boca.

Diagnosticar a estomatite infantil é relativamente simples, um pediatra pode detectar com facilidade com um exame clínico simples.

O tratamento da estomatite infantil é feito a base de analgésicos que tem por objetivo de aliviar as  dores e mantendo a boca do bebê sempre limpa. As crises de estomatite podem durar de uma semana a dez dias mas abrandando com o passar do tempo.

Durante o tratamento, a alimentação do bebê vai exigir alguns cuidados especiais, por isso, é importante evitar alimentos ácidos, optar por refeições pastosos ou líquidos como sopas e procurar alimentos mais frios, facilitando para o bebê ingerir.

 

Suor no bebê

O suor tem a função de ajudar a regular a temperatura corporal, portanto, quanto mais a temperatura ambiente se eleva, mais suor será produzido. 

Até 18 ou 20 meses, os bebês têm o sistema de termorregulação corporal imaturo, o que significa que, ao mesmo tempo que eles ficam com frio rapidamente, também suam demais. A única coisa que pode se fazer é assegurar que a criança não passe muito calor.

Muitas mães se preocupam com o suor excessivo do bebê durante a noite, o que na maior parte dos casos, indica apenas calor. Portanto, quando seu bebê estiver suando demais é recomendado retirar alguma peça de roupa mais quente ou trocar as roupas do bebê por versões mais leves e fresquinhas.

Durante a amamentação é comum o bebê suar um pouco mais devido ao esforço realizado para sucção do seio, além de entrar em contato com o calor do corpo aquecido da mãe. O ideal é amamentar em locais mais arejados.

Na hora de vestir o bebê, principalmente no período da noite, a dúvida de quantas peças usar na criança sempre atormenta os pais, pois, o bebê não deve se sentir preso em meio à roupas e cobertores, sendo suficiente vestir mais uma peça do que as usadas pelo adulto.

Os resfriados são frequentes em distintas épocas do ano devido às mudanças bruscas de temperatura, por isso, se o suor estiver frio há grandes chances de haver um resfriado. Evitar sair à rua nas horas mais quentes e sempre levar uma manta ou xale caso esfrie repentinamente é recomendado na hora do passeio.

A transpiração excessiva pode ser considerada uma complicação quando associada a febre ou tosse persistente, por exemplo. Nesse caso, aconselha-se a procura de ajuda médica para análise das causas.

Escreva seu endereço de email para receber atualizações.

Junte-se a 1.177 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: