Doce para bebês

Os doces são chamados de calorias vazias, não oferecendo benefícios para nenhuma faixa etária, pois, além de não ter valor nutricional, o consumo excessivo de doces pode provocar cáries dentárias, obesidade e complicações como diabetes e deficiências de micronutrientes, principalmente ferro.

Inevitavelmente, a criança vai conhecer os variados tipos de doces e vai querer experimentá-los, porém, o consumo desses alimentos deve ser evitado, principalmente, no primeiro ano de vida.

Médicos dizem que o consumo exagerado de doces nesta fase, pode deixar os pequenos irritados e dispersos, pois além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina, e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

O ideal é não oferecer nada antes de surgir o primeiro pedido da criança, que será apresentada a todos eles muito rapidamente, não é necessário apressar este contato contato.

Na verdade, os açúcares fazem falta na alimentação, mas fazem parte da dieta habitual e são encontrados, por exemplo, no leite (lactose), nas frutas (frutose e sacarose), no amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) que também são transformados no intestino em moléculas de glicose.

Ou seja, ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades e não nos fazerem mal.

Os doces em geral podem ser consumidos moderadamente pelas crianças após as refeições, que devem ser compostas por alimentos saudáveis. Procurar trocar a sobremesa por frutas, por exemplo, é uma ótima alternativa.

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Exercício físico na gestação

Exercícios físicos são recomendados a todos, inclusive para as  grávidas, trazendo benefícios não apenas para a futura mãe como também para o bebê.

A prática de exercícios físicos reduz o risco de complicações obstétricas, além de auxiliar no controle de ganho de peso da mulher, que teme a possibilidade de ganhar muito peso ao longo da gravidez e não conseguir eliminá-los após o nascimento do bebê.

Alguns cuidados devem ser tomados tanto na hora da prática, como também na hora de escolher o exercício que vai ser praticado, sendo muito recomendadas as atividades físicas realizadas na água, como hidroginástica e natação, uma vez que evitam as forças gravitacionais, diminuindo as dores lombares e o inchaço.

O uso de roupas frescas, evitando altas temperaturas e bebendo muita água para se manter hidratada, são ações muito importantes que devem ser realizadas pela gestante, assim como o uso de protetor solar, e principalmente, uma opinião médica sobre a prática de exercícios físicos durante a gravidez.

O mais importante sempre irá ser o bem estar da mãe e do bebê, então lembre-se, uma alimentação saudável é fundamental, e combinados com exercícios físicos como caminhadas, alongamentos, natação, ioga e pilates, os benefícios para a mãe e para o bebê só tendem a aumentar.

Após a chegada do bebê, é bem provável que você já esteja bem cansada antes mesmo de pensar em fazer exercício. Calma, tudo voltará ao normal e a sua nova rotina tomará seu ritmo, porém, quanto antes você voltar a se exercitar, mais fácil será para seu corpo se acostumar e voltar a sua forma.

 

Vitamina D para gestantes

Uma das vitaminas que é muito necessária para a gestação, pois protege contra vários problemas de saúde, é a vitamina D. Na verdade, ela é um hormônio que contribui para a boa saúde dos sistemas imunológico, ósseo, cardiovascular e muscular, além de diminuir o risco de diabetes tipo 1 e manter a pele saudável.

No entanto, sua ausência pode ocasionar, entre outros problemas, a pré-eclâmpsia na gravidez. Esse distúrbio é mais comum depois da 20ª semana de gestação, especialmente a partir do terceiro trimestre, e pode resultar em restrição do crescimento do bebê e nascimento prematuro, além de influenciar para que a criança já nasça com deficiência da vitamina.

vitamina D mães gestantes nasce porto alegre

Mulheres que não estão com os níveis de vitamina D em dia durante a gestação estão mais propensas a terem bebês com autismo. Além disso, a falta do nutriente pode ocasionar câncer, osteoporose, hipertensão, diabetes, derrames, distúrbios psiquiátricos, doenças autoimunes e promove uma melhor adaptação da placenta no organismo materno. Inflamações e alergias também podem ser evitadas com o nível correto da vitamina.

 

Este hormônio é essencial para quem está planejando ter um bebê, pois quando a mulher está em idade fértil, bons níveis de vitamina D no organismo induzem melhor a ovulação. A exposição ao sol é a maior fonte deste hormônio; a vitamina D só é absorvida adequadamente com a exposição da pele ao sol, completamente livre de barreiras. O ideal é ficar no sol, sem protetor solar durante 15 minutos ao dia, fora dos horários de sol a pino, até às 10h e depois das 17h.

Ter uma dieta saudável, composta por carnes, peixes, leites e ovos também é importante. Uma alternativa para a baixa dosagem de vitamina D no organismo é a suplementação através de cápsulas ou soluções que contenham o nutriente, mas a prescrição médica de acordo com as necessidades do paciente é indispensável, por isso, sempre consulte um especialista.

DHA: Qual a importância deste nutriente para as gestantes?

O ácido docosa-hexaenóico ou DHA é da família Ômega-3, podendo ser encontrado em peixes de águas profundas, como salmão, bacalhau, sardinha, bagre e atum.

Esse tipo de ácido graxo está presente nas membranas celulares do nosso organismo, os índices mais altos estão nos neurônios. Por isso, diversos estudos apontam que o consumo do nutriente na gestação ajuda no desenvolvimento do sistema nervoso central e da visão.

A dosagem recomendada pelo Institute of Medicine (IOM) para a futura mamãe é de, no mínimo, 200 mg de Ômega 3 DHA ao dia.

Apesar de estar presente em diversos alimentos do nosso dia a dia, como salmão, chia, linhaça, castanha e, nos vegetais escuros, couve e espinafre, para a gestante atingir naturalmente o indicado seria preciso exagerar de maneira exorbitante no consumo destes itens. Por esse motivo, muitos médicos indicam a  suplementação via cápsulas, garantindo melhores reservas deste ácido para a mãe e para o bebê.

DHA importante para a gestante nasce porto alegre

Curiosidade

No Brasil, tudo isso ainda é muito recente. Mas, lá fora, o DHA já é considerado essencial para o desenvolvimento infantil. A European Food Safety Authority (EFSA) aprovou, em maio de 2011, três frases de saúde relativas ao DHA para serem impressas nos rótulos de alimentos fonte ou enriquecidos: “a ingestão de DHA contribui para o desenvolvimento de crianças com idade até 12 meses”; “a ingestão materna de DHA contribui para o desenvolvimento normal da visão do feto e de crianças amamentadas”; e “a ingestão materna de DHA contribui para o desenvolvimento normal do cérebro do feto e de crianças amamentadas.”

Fontes: Luiz Celso Vilanova, professor de Neurologia da Unifesp e presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil; Marilisa Mantovani Guerreiro, coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Infantil da Academia Brasileira de Neurologia

via http://revistacrescer.globo.com/

Oficina de Papinhas – Julho 2015

Após os 6 meses do seu bebê é recomendado introduzir a alimentação complementar. E, para tirar todas as suas dúvidas sobre este momento, as nutricionistas  Betina Ettrich e Gabriela Penter, desenvolveram a Oficina de Papinhas.

Veja uma das dicas que você vai aprender nesse encontro:

papinha oficina nasce mother care

 

Temas abordados:

– Recomendações sobre a introdução da alimentação

– Como preparar uma papinha saudável, gostosa e nutritiva

– Ingredientes, técnicas e receitas

 

Quando?

18 de julho , das 10h às 12h

 

Como me inscrevo?

Inscrições e mais informações pelo telefone: (51) 3334 4503.

 

Onde?

Nasce Centro de Atendimento à Gestante – Rua Gustavo Schmitt, 580, Três Figueiras – Porto Alegre/RS

Chocolate para gestantes

O chocolate, por muito tempo foi o seu melhor amigo para combater ansiedade e sintomas da TPM, certo? Mas agora que você está grávida e uma nova vida depende da sua alimentação, você está em dúvida sobre consumir essa delícia?

Um pedaço pequeno de chocolate não fará mal para a sua gestação. Você pode consumir no máximo 30 gramas de chocolate (1 barra pequena ou um bombom) por dia, se estiver tudo bem com a sua gestação. Em casos de mulheres com diabetes gestacional ou sobrepeso, essa quantidade deve ser menor ou até evitada, para não gerar complicações, uma vez que o excesso de chocolate pode causar uma resistência à insulina.

O açúcar e a gordura em excesso também podem ser responsáveis por sintomas nada agradavéis como a típica acidez gástrica da gravidez, a azia. Isso acontece devido à alta fermentação do chocolate e o alto teor de gordura, que fazem aumentar o tamanho do estômago e a pressão abdominal.

chocolate gestantes

 

Opte pelo chocolate meio amargo:
Você consegue encontrar com tranquilidade nos supermercados os chocolates com 40% e 50% de cacau, e há outros tipos mais difíceis de encontrar, de  70% a 90%. Além disso, os chocolates mais amargos têm menos açúcar, leite e gordura na fórmula. O que deve ser mais evitado é o tipo de chocolate branco, pois é o mais gorduroso.

Não se engane com as versões diet:

O tipo diet não tem açúcar na composição, porém pode ser tão calórico quanto o chocolate ao leite. Além disso, pode ser mais gorduroso, já que a diminuição do doce precisa ser compensada de alguma forma. Fique muito atenta aos rótulos dos produtos.

Veja algumas curiosidades sobre essa delícia:

 

Leia também:
Como lidar com o diabetes na gravidez

Alimentação após o parto: respostas para as perguntas mais frequentes

4 dicas de lanchinhos para a gravidez

 

Café da manhã pode aumentar a fertilidade

Se você não via associação entre um bom café da manhã e fertilidade, comece a rever esse pensamento. Um estudo realizado durante 12 semanas no Hospital Wolfson, localizado em Israel, comprovou que a chave para engravidar pode ser um bom café da manhã.

A pesquisa se refere às mulheres que sofrem com a síndrome de ovário policístico (SOP). Esse transtorno endócrino afeta entre 6% e 10% das mulheres em idade reprodutiva, provocando frequentes desequilíbrios hormonais. Durante as observações da pesquisa, os cientistas concluíram que o número de mulheres que ovulam e seus respectivos níveis de fertilidade cresceram significativamente depois de ingerir um café da manhã caprichado.

O resultado da pesquisa mostra como é importante uma alimentação adequada e a quantidade de calorias que ingerimos por dia em determinado momento. O café da manhã se mostrou o mais importante nesse caso.

Um bom café da manhã: e o seu café da manhã?

Se você não tem muito tempo pela manhã para preparar essa refeição, deixe a mesa posta antes de dormir. Ingerir sucos e frutas, café com leite, cereais e um pão integral acompanhado de sua geleia preferida, manteiga ou frios é uma boa iniciativa.

 

Fonte: Terra

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