Fimose no bebê

A fimose se trata de uma condição bem comum nos primeiros anos de vida do menino, onde a pele do prepúcio, cobertura de pele que cobre o pênis, nasce grudada na glande, fechando o mesmo.

Quase 100% dos bebês de sexo masculino, nascem com fimose e, esse quadro naturalmente muda conforme a criança vai crescendo e essa “pele” vai desgrudando.

O quadro da fimose é completamente natural e temporário, porém, quando ele não some até o final da infância, um médico especialista deve ser procurado para evitar problemas à saúde ao decorrer da vida do homem.

Até o primeiro ano de vida, a maioria das crianças não apresentam mais fimose, ou seja, a pele do prepúcio já desgrudou completamente da glande. No entanto, essa retração pode ocorrer até os três primeiros anos de vida do bebê.

Se neste período de três anos para frente não seja notada alteração no quadro, rotula-se a Fimose Verdadeira e, neste caso, a intervenção cirúrgica é comum entre os 7 e 10 anos do menino.

É importante lembrar que exercícios de retração da pele à força que algumas mamães fazem para que a fimose desapareça podem causar microtraumatismos, dor, inflamações e até sangramentos. Isso pode piorar a fimose já que a cicatriz das lesões leva a um estreitamento maior do anel do prepúcio.

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Doce para bebês

Os doces são chamados de calorias vazias, não oferecendo benefícios para nenhuma faixa etária, pois, além de não ter valor nutricional, o consumo excessivo de doces pode provocar cáries dentárias, obesidade e complicações como diabetes e deficiências de micronutrientes, principalmente ferro.

Inevitavelmente, a criança vai conhecer os variados tipos de doces e vai querer experimentá-los, porém, o consumo desses alimentos deve ser evitado, principalmente, no primeiro ano de vida.

Médicos dizem que o consumo exagerado de doces nesta fase, pode deixar os pequenos irritados e dispersos, pois além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina, e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

O ideal é não oferecer nada antes de surgir o primeiro pedido da criança, que será apresentada a todos eles muito rapidamente, não é necessário apressar este contato contato.

Na verdade, os açúcares fazem falta na alimentação, mas fazem parte da dieta habitual e são encontrados, por exemplo, no leite (lactose), nas frutas (frutose e sacarose), no amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) que também são transformados no intestino em moléculas de glicose.

Ou seja, ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades e não nos fazerem mal.

Os doces em geral podem ser consumidos moderadamente pelas crianças após as refeições, que devem ser compostas por alimentos saudáveis. Procurar trocar a sobremesa por frutas, por exemplo, é uma ótima alternativa.

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