Vacinação contra a gripe: fique atenta ao grupo de risco

Já começou em todo o Brasil a campanha de vacinação contra a gripe. O objetivo é reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções pelo vírus na população alvo da campanha. Dentre o chamado “grupo de risco” se encontram as gestantes, crianças de 6 meses a 5 anos e mulheres no período de até 45 dias após o parto. A imunização pode ser feita gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde.

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Para gestantes, o risco é maior pois a mulher acaba piorando mais rápido, podendo desenvolver até mesmo uma pneumonia. O parto prematuro também é um dos riscos. Mesmo que você tenha se vacinado no ano passo lembre-se que a vacina de um ano não faz efeito no ano seguinte.

O Ministério da Saúde reforça que, além da vacinação, todos devem adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por influenza. Leve sempre as mãos e evite locais com aglomeração de pessoas, o que facilita a transmissão de doenças respiratórias.

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Vacinação contra a gripe

Campanha de Vacinação contra a Gripe já começou. A dose protege contra os subtipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B. Crianças a partir de 6 meses até 5 anos, gestantes e puérperas (mulheres no período de até 45 dias após o parto) podem ser imunizadas gratuitamente no SUS.

Os anticorpos da vacinação são passados da mãe para o filho por meio da placenta. As mamães que estão amamentando também fornecem a proteção necessária para os bebês através do leite materno.

Caso a mãe ou o bebê estejam com gripe aguda, febre alta, tosse forte, e secreção nasal intensa, é melhor esperar até os sintomas passarem e, aí sim, tomar a vacina.

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Atenção especial, também, para as crianças com asma que precisam ser vacinadas o quanto antes, mesmo que tenham mais de cinco anos de idade. Consulte o seu pediatra.

De acordo com o Ministério da Saúde, serão disponibilizadas 54 milhões de doses para imunizar 49,7 milhões de pessoas afim de cumprir a meta do governo de vacinar cerca de 80% do público-alvo.

Para tomar a vacina, o ideal é procurar um dos postos de vacinação espalhados pelo país com o cartão de vacinação e um documento de identificação.

No sábado, dia 9 de maio, é o Dia D de mobilização nacional, e os postos ficarão abertos para facilitar o acesso dos que não conseguem ir às unidades em dias de semana. A campanha de vacinação contra a gripe termina no dia 22 de maio.

A dose da vacina evita internações e até 75% dos óbitos. Porém, quem é alérgico à proteína do ovo não deve tomá-la. Caso você receba a vacina pela primeira vez, ela poderá provocar mal-estar, febre ou mialgia, sintomas que deverão desaparecer em até 48 horas.

 

Cuidados pós vacinação

É essencial que as vacinas do bebê estejam em dia e algumas delas devem ser feitas no primeiro ano de vida, são elas que garantem o fortalecimento da imunidade e afastam doenças graves.

Em contra partida, a vacina pode trazer certos incômodos para os pequenos, muitas vezes isso é normal, mas deve sempre ser encarado com atenção pelos pais.

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Há uma técnica chamada de “5 S”, desenvolvida pelo pediatra britânico Harvey Kemp e muito popular nos Estados Unidos ela ajuda as mães a amenizarem as reações das vacinas.

São elas:

Enroladinho (Swading): envolver com uma mantinha, deixando-o bem apertadinho da mesma forma que ele estava dentro da barriga. Cuide para não pressionar a área dolorida da vacina.

De barriga para baixo (Side/stomach position): deixar o bebê deitado sobre o braço ou no colo com a barriga virada para baixo;

Balancinho (Swinging): com a criança no colo, fazer um leve balanço. No útero, o bebê estava acostumado com o sacolejo causado pela movimentação da mãe;

Chiadinho (Sushing): carregando o bebê no colo, o adulto emite um chiado tipo “shiiiii”, bem baixinho. Mesmo que façamos inconscientemente, este é um som muito próximo do que o bebê escutava na barriga da mãe, por isso, muita vezes acalma o pequeno.

Mamar para acalmar (Sucking): o ato de sugar acalma os bebês. Oferecer o peito para o bebê logo que chegar depois da vacina pode acalmar e até fazer adormecer.

Fonte: Mulher Uol < http://bit.ly/1E0LiP9>

Segundo os médicos esta técnica pode ser aplicada para outros desconfortos, não só os provocados pela vacina.

É importante observar o bebê, caso necessário ligue imediatamente para o pediatra, ele pode receitar algum antitérmicos ou analgésicos apenas no caso de febre, por exemplo.

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