Refluxo em bebês

O refluxo acontece quando uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, ainda não amadureceu o suficiente e não fecha corretamente. Isto permite que o conteúdo do estômago volte para o esôfago, em direção à boca.

Cerca de 40 por cento de todos os bebês apresentam algum tipo de refluxo, porém,  apenas uma pequena porcentagem se torna um problema sério e persistente.

O refluxo pode ser classificado como um incômodo temporário, pois geralmente, melhora à medida que o aparelho digestivo do bebê amadurece.  

Alguns fatores contribuem para o refluxo ser algo tão frequente em bebês, como o fato de ficarem deitados a maior parte do tempo e ter uma dieta composta apenas por líquidos. Bebês que nasceram prematuros também tem maiores chances de ter refluxo.

 O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, isso é comum, mas em alguns casos, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de refluxo.

Se você observar que o bebê não está ganhando peso, chora após a mamada, estiver vomitando com frequência e mostrando desconforto na barriga e garganta, a visita ao médico deve se tornar urgente.

O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, por isso, indicamos que leve a consulta uma espécie de relatório do refluxo do seu filho, relatando por exemplo a hora que ele mama, quantas vezes e quais são as reações após.

É sempre importante ficar bem atenta aos bebês com refluxo, principalmente com o seu ganho de peso, procurando um médico que irá auxiliar em um tratamento para aliviar o desconforto do bebê. 

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Bronquiolite em bebês

A bronquiolite se trata de uma inflamação nos bronquíolos, provocada por um vírus e agravada pelo acúmulo de muco, que dificulta a passagem de ar. É mais comum de ser encontrada no período de baixas temperaturas.  

Atinge principalmente os bebês menores de 2 anos, pois, nos primeiros anos de vida, o sistema imunológico ainda é imaturo, o que torna as crianças mais vulneráveis aos vírus.

A principal forma de contaminação é por meio de secreções respiratórias ou por contato direto, ou seja, crianças que passam o dia em locais fechados com outras pessoas, como em creches, estão mais expostas.

Com sintomas iniciais semelhantes aos de um resfriado, a bronquiolite pode evoluir rapidamente em algumas crianças para complicações respiratórias mais sérias. Quanto mais nova for a criança, maiores serão os riscos de um agravamento da infecção.

Embora diversas medicações tenham sido estudadas, com o intuito de tratar a bronquiolite, acredita-se atualmente que apenas o aumento da oxigenação melhora a condição dos bebês. Por isso, manter a criança hidratada e com o nariz limpo são métodos não medicamentosos de melhorar essa doença respiratória.

Existem medidas que podem ser tomadas para aliviar o desconforto do bebê, como levantar a cabeceira do berço ou da cama colocando uma toalha ou cobertor dobrado entre o estrado e o colchão, usar um inalador podendo ser com soro fisiológico, para ajudar o bebê a eliminar o catarro das vias respiratórias e assim, deixá-lo mais confortável. 

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