Estomatite infantil

A estomatite trata-se de uma inflamação na região da boca, provocada por um vírus e que se caracteriza pelo aparecimento de aftas, acompanhadas de dor, febre e muito desconforto.

Não é à toa que as crianças ficam irritadas e com dificuldade de se alimentar, assustando as mamães.

A maioria dos casos de estomatite infantil afeta não só a boca da criança, mas também pode atingir a garganta e esôfago. Normalmente, o vírus responsável é o da herpes simples (HSV-1), se aproveitam de momentos de baixa imunidade, provocados por uma gripe, por exemplo, para entrar em ação, por isso, no outono e no inverno, os episódios são mais frequentes, por ser uma temporada de gripes e resfriados que torna o sistema imunológico mais vulnerável.

O contágio pode acontecer por contato pele a pele e também pelo fato de colocar a mão suja na boca, por isso é importante lavar as mãos das crianças com frequência e procurar evitar que ele coloque os brinquedos na boca.

Diagnosticar a estomatite infantil é relativamente simples, um pediatra pode detectar com facilidade com um exame clínico simples.

O tratamento da estomatite infantil é feito a base de analgésicos que tem por objetivo de aliviar as  dores e mantendo a boca do bebê sempre limpa. As crises de estomatite podem durar de uma semana a dez dias mas abrandando com o passar do tempo.

Durante o tratamento, a alimentação do bebê vai exigir alguns cuidados especiais, por isso, é importante evitar alimentos ácidos, optar por refeições pastosos ou líquidos como sopas e procurar alimentos mais frios, facilitando para o bebê ingerir.

 

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Produtos para deixar longe dos bebês diariamente

Quando os bebês começam a conhecer o mundo através da boca, tudo o que vem à frente é motivo de preocupação. O que eles enxergam e tocam, eles querem levar à boca. Isso já está acontecendo com o seu pequeno?

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Além das bactérias escondidas, o medo também reside nos pequenos objetos perdidos pela casa. E a preocupação cresce ainda mais quando eles engatinham e descobrem esses itens sozinhos que, para um adulto, pode parecer inofensivo quando deixado ao alcance deles. Todos os pequenos irão passar por essa fase. O que os pais precisam saber é que não devem impedi-los e, sim, monitorar esse comportamento.

Alguns objetos do dia a dia representam um verdadeiro perigo e os pais devem se certificar que eles estão bem longe das mãozinhas deles.

Ímãs: dos ímãs de geladeira até aqueles escondidos nos brinquedos, cuidado! Se ele chegar a engolir, seu organismo pode atrair outros pequenos objetos levando a sérios problemas intestinais.

Chaves: as chaves exercem um fascínio enorme nos bebês. Eles adoram o barulho ao chacoalhá-las além de acharem muito divertido levarem à boca. Mais grandinhas, não há tanto risco de ingeri-las, mas lambê-las, como eles fazem, faz com que eles coloquem para dentro do intestino muito chumbo. Procure encontrar substitutos mais inofensivos mas que tenham o mesmo apelo!

Baterias: as pequenas baterias de controle remoto são um verdadeiro perigo para os pequenos. Elas podem ter consequências fatais por causa de sua composição química. Certifique que todas as baterias soltas estão em gavetas longe do alcance.

Controle remotos, pilhas e telefones: assim como o perigo representado pelas baterias, esses equipamentos guardam componentes que podem ocasionar sérios problemas no plástico que os reveste. Especialmente os controles, que ficam nos sofás ou mesinhas de centro, são mais acessíveis aos bebês. Procure sempre deixá-los longe e ensinar desde cedo que esses itens não são brinquedo!

Pequenos cuidados reduzem o risco de asfixia, problemas intestinais e de longo prazo, decorrentes das toxinas presentes. Com esses pequenos passos, você cria um ambiente cada vez mais saudável para seus filhos!

Fonte: Green Child Magazine

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