Dia Mundial da Amamentação

Hoje é o Dia Mundial da Amamentação!

Um ato de carinho entre mãe e filho que simboliza crescimento, amor e cumplicidade.

Em 1º de agosto é comemorado o Dia Mundial da Amamentação, data criada em 1992 pela Aliança Mundial de Ação pró-amamentação (World Alliance for Breastfeeding Action – WABA) com a finalidade de promover o aleitamento materno e a criação de bancos de leite, garantindo, assim, melhor qualidade de vida para crianças em todo o mundo.

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Leite materno: analgésico natural

Que o leite materno é o melhor alimento pro bebê nós já sabemos, mas o que muitos não sabem é que  pode ser o analgésico mais eficiente também.

Estudos comprovam que as substâncias presentes no leite materno são capazes de diminuir a dor durante a vacinação e o teste do pezinho por exemplo, acalmando e distraindo o bebê. Mais potente do que qualquer vacina, sozinho pode evitar 13% das mortes de crianças com menos de 5 anos.

O sucesso na amamentação depende de fatores como a forma que o bebê deve ser ajustado confortavelmente no seio da mãe, mesmo havendo algumas dificuldades iniciais.

As primeiras mamadas são fundamentais para o bebê, já que inicialmente eles se alimentam do colostro, um líquido amarelado e com aspecto aguado que sai dos seios da mãe. Nele contém vários tipos de glóbulos brancos e grande quantidades de anticorpos, criando uma blindagem contra microorganismos e ataques por vírus.

É normal que a fome e a sede da mãe após o parto e durante a amamentação seja maior, pois para a produção de 1 litro de leite são necessárias mais ou menos 940 calorias. Por isso, manter uma alimentação balanceada, equilibrando uma variedade de pães, cereais, frutas e verduras, além de derivados do leite, se torna essencial.  

A amamentação não possui desvantagens,  pois o leite materno só oferece nutrientes para a criança crescer forte e saudável, além de aumentar e fortalecer o vínculo com a mãe.

 

Produção do leite materno

Os seios dão o primeiro alerta da gravidez, eles ficam mais sensíveis, inchados e com mamilos mais escuros e aréolas maiores. Porém, as maiores transformações estão acontecendo dentro do seu seio, quando a placenta em desenvolvimento estimula a liberação dos hormônios estrogênio e progesterona, os quais, por sua vez, deflagram o complexo sistema biológico que torna a lactação possível.

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Na hora do parto, o tecido glandular de suas mamas já dobrou de tamanho, por isso o aumento considerável dos seios. Isso porque em meio às células adiposas e ao tecido glandular localiza-se uma rede de canais, chamados ductos. Os hormônios da gravidez fazem com que esses ductos aumentem de quantidade e tamanho e se dividam em canais menores perto da região peitoral. Na extremidade de cada um deles há uma aglomeração de pequenos sacos, semelhante a um cacho de uvas, conhecidos como alvéolos.

São dentro dos alvéolos que o  leite é produzido, estes são rodeados por diminutos músculos que pressionam as glândulas e empurram o leite para os ductos.

O sistema de distribuição do leite fica completamente pronto já no segundo trimestre de gravidez, para que a mulher possa amamentar o bebê mesmo que ele seja prematuro.

Após 48 horas depois do parto, a produção de leite é intensificada, este período é conhecido como lactogênese. Isso acontece porque após a retirada da placenta, os níveis dos hormônios estrogênio e progesterona começam a declinar. É neste momento que o hormônio prolactina, é liberado, sinalizando ao organismo da mãe que é hora de produzir bastante leite.

Cursos – Novembro 2016

Convidamos todas as mães e futuras mães para passar o dia 26 de novembro conosco.
Teremos dois cursos ótimos para você saber mais sobre a alimentação do seu bebê, desde a amamentação até a introdução de alimentos após os seis meses.
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Quando? 

Dia 26 de novembro de 2016

O que? 

9h – Oficina de Papinhas 

Após os 6 meses do seu bebê é recomendado introduzir a alimentação complementar. E, para tirar todas as suas dúvidas sobre este momento, as nutricionistas Betina Ettrich e Gabriela Penter, desenvolveram a Oficina de Papinhas.

Temas abordados:

– Recomendações sobre a introdução da alimentação
– Como preparar uma papinha saudável, gostosa e nutritiva
– Ingredientes, técnicas e receitas

14h – Amamentação

As futuras mães receberão orientações a respeito da preparação das mamas, extração e armazenamento do leite. Além disso, serão abordadas as dificuldades que podem surgir na amamentação e como resolvê-las de maneira prática, para aproveitar cada momento junto ao bebê.

Quem ministra este workshop são as especialistas Daniela Flores e Flavia Dotto, do Amamenta. Este é um consultório de aleitamento materno que tem como objetivo principal acolher as gestantes, orientando-as em relação ao preparo e incentivo à amamentação.

Como faço a inscrição? 

Inscrições e mais informações pelo telefone: (51) 3334-4503

Onde?

Nasce Centro de Atendimento à Gestante – Rua Gustavo Schmitt, 580, Três Figueiras – Porto Alegre/RS

A importância da primeira amamentação

Logo que nasce, o bebê já recebe a sua primeira vacina: a primeira amamentação. Especialistas afirmam que o leite materno é a primeira e melhor proteção que ele vai receber contra doenças e infecções. Além de ser um momento marcante e emocionante, dar de mamar na primeira hora de vida do recém-nascido é fundamental para a sobrevivência do bebê.

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Os recém-nascidos representam metade de todas as mortes de crianças com menos de 5 anos de idade e a amamentação precoce pode fazer toda a diferença. Dados divulgados pela Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), em julho deste ano, apontam que 77 milhões de bebês em todo o mundo não são colocados para mamar no peito nos primeiros 60 minutos de vida. Segundo a entidade, foram feitos muitos esforços nos últimos 15 anos para aumentar o número de crianças amamentadas, mas os resultados ainda estão bem abaixo do desejado.
Os números refletem a falta de informação e auxílio às mulheres. De acordo com a Unicef, em alguns lugares, mesmo quando atendidas por um médico ou uma enfermeira, não recebem a ajuda necessária para começarem a amamentar. Às vezes, não é possível dar o leite materno ou o peito ao bebê, seja por questões de saúde da mãe ou da criança. Mas nunca tome decisões sem a orientação do seu obstetra e também do pediatra.

Alimentos que causam cólica no bebê

Elas terminam com o sono do bebê e, consequentemente, com o seu também. As cólicas são o verdadeiro fantasma dos primeiros meses de vida do seu filho. E você sempre vai ouvir conselhos com relação a alimentação, não pode comer isso ou aquilo pois deixará a criança com cólica.

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Mesmo sem comprovação científica, especialistas afirmam que os alimentos interferem sim no leite materno, mas há diferentes casos e você precisará encontrar um ponto de equilíbrio para não prejudicar a alimentação de vocês dois, nem eliminar nutrientes da sua dieta. A regra é a mesma em qualquer circunstância da vida: quanto mais saudável a sua alimentação, melhor.

Observe o que causa desconforto em você, isso provavelmente trará mal estar ao bebê também. Fique atenta aos sinais do seu filho, procure saber o que comeu quando ele sentir dores, evite este alimento e veja se apresentará melhoras.

Para saber por onde começar, confira alguns itens que muitas vezes estão relacionados a esse problema:

Leite de vaca;

Chocolate;

Leguminosas;

Vegetais da família das crucíferas (brócolis, couve, repolho);

Carne vermelha;

Café.

Por que o bebê está recusando o peito?

Seu filho está se recusando a mamar no peito? Se ele ainda não estiver no processo de desmame, esta pode ser a maneira que ele encontrou de comunicar que algo está errado. E como saber quais são as queixas dele? Antes de mais nada é necessário ter paciência.

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Na lista abaixo você confere alguns prováveis motivos:

  • A pega não está correta e o bebê não consegue fazer a sucção corretamente. Converse com seu médico para acertar a melhor posição para amamentar seu filho;
  • O bebê sente dor na boca devido ao nascimento dos dentinhos, uma afta ou uma infecção;
  • O bebê pode estar com otite, o que provoca dor ao mamar;
  • Resfriados ou nariz entupido;
  • Distrações ou muito barulho em volta durante a mamada;
  • Demorar para dar o peito quando a criança chora por fome;
  • Mudança de rotina da família;
  • Reação a algum creme que a mãe possa estar usando;
  • Sensibilidade ou alergia do bebê a algum alimento consumido pela mãe, como no caso da alergia à proteína do leite de vaca.

Com certeza, a rejeição do peito é uma experiência ruim tanto para a mãe como para o bebê. Por isso, você precisa estar calma para identificar o real problema do seu filho. Procure não sair muito da rotina e tenha mais contato físico com o bebê, isso deixará ele mais seguro para mamar. Na dúvida, converse com o pediatra, mas não deixe de amamentar.

Dia Mundial da Amamentação

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Amamentação, criado em 1992 pela Aliança Mundial de Ação Pró-Amamentação (World Alliance for Breastfeeding Action – WABA). O objetivo principal dessa data é conscientizar sobre a importância do aleitamento materno como garantia de uma melhor qualidade de vida para as crianças do mundo inteiro. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde advertem que a amamentação deve ser exclusiva até os 6 meses e deve continuar, se possível, até os 2 anos de idade da criança, dependendo da vontade do bebê e da disponibilidade da mãe.

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O alimento mais importante para a criança, além de saciar a fome, é extremamente importante para a saúde do bebê e da mãe. Amamentar é criar o mais puro vínculo de amor-doação. Quer mais motivos para amamentar? Confira a lista:

  • O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado, pois atende a todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança até os 6 meses de idade;
  • Provoca menos cólicas no bebê;
  • Auxilia na formação do sistema imunológico e previne a anemia; além disso, a sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária do bebê;
  • Contém uma molécula chamada PSTI, responsável por proteger e reparar o intestino delicado dos recém-nascidos;
  • O vínculo criado na amamentação faz com que a criança consiga se relacionar melhor com as pessoas;
  • Amamentar ajuda a mãe a retomar o peso de antes da gestação, além de proteger contra o câncer de mama e de ovário;
  • Bebês que mamam exclusivamente no peito até os seis meses têm menos risco de desenvolver asma e artrite reumatoide e recebem uma proteína que combate vírus e bactérias do trato gastrointestinal.

Como evitar a mastite?

Amamentar é naturalmente lindo e um verdadeiro ato de amor. Mas algumas mulheres podem desenvolver uma inflamação na mama, que provoca o surgimento de sintomas como dor, inchaço ou vermelhidão. Conhecida como mastite, a enfermidade acontece devido ao entupimento dos canais por onde passa o leite.

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A mastite tem cura e o seu tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível para evitar possíveis infecções. Normalmente é recomendado repouso e o esvaziamento frequente da mama com o auxílio de uma bomba. Em casos mais graves os tratamentos variam com o uso de antibióticos e anti-inflamatórios.

A melhor maneira de evitar a mastite é garantir que o seu filho sugue corretamente o leite. Para isso ofereça uma mama ao bebê e, só depois de estar vazia, ofereça a outra, alternando na mamada seguinte. Além disso, procure usar sutiãs e roupas de algodão que não apertem muito. Isso vai evitar a pressão nas mamas e prevenir o desenvolvimento de bactérias. Descanse bastante e mantenha uma alimentação saudável.

A mastite é mais comum entre as mães de primeira viagem, isso porque ela e o bebê ainda estão aprendendo como funciona o processo de aleitamento. É importante que você saiba que, mesmo sentindo dor, é necessário continuar amamentando para que o bebê consiga retirar o máximo de leite possível do seio. Para aliviar a dor, antes de cada mamada, aplique compressas quentes nas mamas. E lembre-se, ao perceber os primeiros sinais da mastite, procure imediatamente um ginecologista.

Como fazer meu filho comer de uma maneira saudável?

Parece ser um grande desafio para algumas famílias fazer com que seu filho de alimente da maneira correta. Mas esta tarefa pode ser mais fácil do que você pensa se levar em consideração algumas dicas básicas.

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Os hábitos alimentares da criança são formados desde o período fetal, com a alimentação da mãe durante a gestação. Por isso é importante manter uma dieta balanceada, com a orientação de nutricionistas durante a gravidez. Depois do nascimento, os primeiros três anos de vida são fundamentais para a educação nutricional.

O primeiro passo para evitar problemas futuros é começar desde cedo. Evite os doces, prefira os alimentos naturais, as frutas, papinhas salgadas, alimentos orgânicos e tome cuidado ao adoçar os sucos. Uma outra dica importante é a insistência. Não é sempre que a criança irá aceitar de primeira um alimento. Tente novamente em outro momento, outro dia ou semana. Repita isto por pelo menos 4 vezes, apresentando o alimento de outras maneiras.

Quando for alimentar seu bebê, faça em locais mais silenciosos, desligue os aparelhos de televisão, rádio, computador, se possível até mesmo o celular. Seguir horários também é importante, pois ajuda a regular o metabolismo da criança. Seja um bom exemplo para o seu filho e entre junto na rotina da alimentação.

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