Viagens longas – como evitar o tédio

Estamos no verão e o fim de semana do carnaval está chegando, nesta época é normal as famílias pegarem a estrada e dar uma fugida da rotina da cidade e relaxar em alguma praia – ou festejar – . Então surge uma questão: como deixar os pequenos entretidos durante a viajem?

Esta é uma questão comum e complicada, ninguém quer viajar, principalmente de carro, com  uma aos berros e gritos, porque sabemos muito bem que isso atordoa e pode tirar a concentração de quem está no volante.

Neste post vamos dar algumas dicas para melhorar e evitar problemas em sua viagem.


Bem-estar nas viagens

Existem alguns fatores que podem interferir no bem-estar e na harmonia de sua viagem,  por isso é muito importante saber separar e organizar as malas, escolher bem os materiais que irão na mala e os que estarão na bolsa de mão, às vezes a solução de todos os problemas pode estar  aí, dentro da sua bolsa.

 

COMODIDADE

Um dos principais fatores que podem influenciar em sua viagem é a comodidade. Estar horas na mesma posição pode ser extremamente incômodo se você não tiver se preparado bem para isso, portanto, se atente à alguns detalhes:

– Assento confortável;

–  Roupas cômodas;

– Temperatura agradável;

– Almofada/travesseiro para poder dormir;

– Estar com os jogos preferidos.

 

ENTRETENIMENTO

É compreensível, que, para uma criança que está sempre brincando, ficar horas em um carro ou avião pode ser uma tarefa muito difícil e chata, mas é nessas horas que agradecemos por existir alguns aliados, como a tecnologia.

– Celulares e outros dispositivos serão seu grande aliado neste caso, nada como colocar um vídeo, filme ou música para deixar o pequeno hipnotizado;

– Jogo eletrônicos também farão o seu filho passar horas sem perceber a viagem;

– Caso a estratégia de usar os eletrônicos não dê mais certo, nada como o bom e velho livro, neste caso você pode criar também atividades e jogos para manter o seu filho entretido.

 

COMIDA

Sabemos muito bem a fome deixa qualquer um estressado, então outra dica é se organizar e planejar um lanche durante a viagem, esta idéia pode evitar gritos e choros.

Se você não pretende alongar mais ainda a viagem, levar sanduíches, biscoitos, suco e água é uma excelente opção. Caso prefira, você pode planejar uma (ou mais) parada em algum estabelecimento que goste para comer, e assim, aproveitar para esticar um pouco as pernas e ir ao banheiro.



O importante na viagem e família e a diversão, aproveitar momentos únicos e ainda conhecer lugares novos.
Não tenha pressa de chegar ao destino final, viaje com calma e tranquilidade, nenhum destino vale mais do que o bem-estar de sua família.

BOA VIAGEM E FELIZ CARNAVAL!

Anúncios

Não desconte na comida

É muito fácil aliarmos comidas que nos fazem bem com emoções, sejam elas positivas ou negativas. Por exemplo, “Hoje foi um bom dia, eu merece comer…” ou “Estou muito estressada, mereço comer…”.

 

Na gravidez então, isso acontece com mais frequência devido aos hormônios em constante mudanças. E por isso, você precisa ficar atenta para não transformar doces e gorduras em conforto psicológico.

nao-desconte-na-comida-gestante-nasce-porto-alegre

Vamos a algumas dicas…

 

Tente identificar quais emoções mais despertam a gula em você, assim você conseguirá amenizar esse círculo vicioso. Uma boa forma de identificar é anotando tudo que comeu e o que estava sentindo antes, durante e depois de comer. Pense quais os sentimentos, se você estava realmente com fome, o que desencadeou a vontade de comer.

Comer seis vezes ao dia deveria ser uma regra para todos, mas para as grávidas é prioridade. Este ato também torna mais fácil segurar a fome entre uma refeição e outra.

Distraia-se, mexa-se ao invés de comer.

“Um estudo com pessoas acostumadas a beliscar durante o dia demonstrou que aquelas se levantaram e caminharam por cinco minutos nos momentos de “fissura” por comer foram menos propensas a comer chocolate se comparados com aquelas que permaneceram sentadas em suas mesas.

Segundo especialistas, caminhar ajuda a elevar o nível de serotonina no corpo e deixa a pessoa menos ansiosa.”

Fonte: http://brasil.babycenter.com/

Não coma doces de estômago vazio ou traga guloseimas para casa, prefira sair para comprá-la e consuma-a no mesmo lugar onde comprar. Ao escolher um doce, opte por uma que realmente satisfaça você em pequenas quantidades.

Faça um estoque de lanchinhos saudáveis e gostosos, como frutas frescas e castanhas.

 

Água: um hábito estimulado desde cedo

Sabemos que até os 6 meses de vida, o bebê não precisa tomar água e nenhum outro líquido, pois o leite materno possui o teor de sais minerais inferior às fórmulas lácteas, o que o torna suficiente para uma boa hidratação, sem necessidade de água adicional.

Porém, beber água é um hábito que pode ser estimulado desde cedo na vida dos pequenos, pois ela ajuda a mover os nutrientes pelo corpo, manter a temperatura corporal pelo suor e a remover as toxinas através urina.

Depois dos 6 meses, você pode dar água ao bebê quando ele estiver com sede, mas não exagere. Prefira dar alguns goles depois das refeições, principalmente se ele tiver comido papinha salgada.

A água em excesso pode acabar ocupando o lugar que deveria ser da comida no estômago.

Ao completar 1 ano, a água está liberada. O seu filho já tem uma alimentação parecida com a de um adulto, e pode tomar água o quanto quiser. Dê bastante água nos dias quentes e secos para evitar a desidratação, e também sempre que ela estiver com febre.

ingerir-agua-desde-cedo-bebe-nasce-gestante-porto-alegre

Quantidade de água:

  • 0 a 6 meses: Nenhuma. Ele tem toda a hidratação que precisa da fórmula ou do leite materno, inclusive no calor.
  • 6 a 12 meses: Dê goles de água quando seu filho estiver sede, ou colheres de chá. Não exagere, pois isso pode causar dor de barriga ou impedir que ele se alimente bem.
  • 1 a 3 anos: Ele deve ingerir em média 1,3 litros de líquidos. Isso inclui: leite, água, água de coco, sopas e etc…
  • 4 a 8 anos: De 1,2 litros de água ou bebidas. Ou seja, 5 copos mais ou menos por dia.
  • 9 a 13 anos: Meninas: 1,7 litros de água ou bebidas. Isso tá em torno de 7 copos. Já os meninos precisam de 1,9 litros, ou seja, 8 copos por dia, em média.
  • 14 a 18 anos: Meninas: 1,9 litros ou 8 copos mais ou menos e os meninos 2,6 litros ou em torno de 11 copos.

O seu filho bem hidratado tem uma melhor capacidade de concentração, mantém o peso saudável, diminui o risco de doenças crônicas, constipação e infecção urinária.

Fontes: http://brasil.babycenter.com/ e http://maeemdia.com/

Esqueça do açúcar na alimentação do bebê

A American Heart Association (AHA) publicou em seu periódico uma recomendação sobre a proibição do consumo de açúcar por crianças de até dois anos de idade. Para a entidade, há evidências de que o consumo do produto está relacionado ao surgimento de problemas cardiovasculares em função do aumento da ingestão de energia, adiposidade e de gordura no sangue.

08-blog

Portanto, bolachas, bolos e até sucos adoçados com açúcar devem ser proibidos nesta fase da vida da criança. Aquelas acima desta faixa etária podem ingerir, conforme o órgão, cerca de 100 calorias de açúcar por dia, o que equivale a seis colheres de chá.

A recomendação foi feita depois que especialistas identificaram o consumo de cerca de 19 colheres de chá por dia de açúcar entre crianças e adolescentes americanos.

Qual a quantidade de água que o meu filho deve beber?

Os benefícios da água para a saúde do homem são incontestáveis. O líquido é essencial para a sobrevivência e, na fase adulta, especialistas recomendam o consumo de aproximadamente 2 litros diariamente.

11 - blog

A ingestão deve ser incentivada desde a primeira infância. Os pequenos são muito ativos, perdem líquidos mais rapidamente e precisam beber uma boa dose de água para regular a temperatura do corpo, eliminar toxinas e realizar a digestão dos alimentos.

A quantidade que uma criança necessita ingerir ao dia pode variar de acordo com a idade, peso, tamanho, atividade física que pratica, temperatura do ambiente e alimentos que consome. Mas, quando devo começar a me preocupar com isso? Vale lembrar que, conforme orientação da Organização Mundial da Saúde, bebês em fase de aleitamento materno exclusivo não precisam beber água, já que o leite contém água suficiente em sua composição para hidratar o seu filho.

Para as crianças de 6 a 12 meses de idade, o ideal é que consumam, em média, de 800 ml a 1 litro de água por dia. De 1 a 3 anos, o volume passa para 1,3 litros. Por fim, dos 4 aos 8 anos, a orientação é que o consumo seja de 1,7 litros.

Alimentos que causam cólica no bebê

Elas terminam com o sono do bebê e, consequentemente, com o seu também. As cólicas são o verdadeiro fantasma dos primeiros meses de vida do seu filho. E você sempre vai ouvir conselhos com relação a alimentação, não pode comer isso ou aquilo pois deixará a criança com cólica.

07 - blog

Mesmo sem comprovação científica, especialistas afirmam que os alimentos interferem sim no leite materno, mas há diferentes casos e você precisará encontrar um ponto de equilíbrio para não prejudicar a alimentação de vocês dois, nem eliminar nutrientes da sua dieta. A regra é a mesma em qualquer circunstância da vida: quanto mais saudável a sua alimentação, melhor.

Observe o que causa desconforto em você, isso provavelmente trará mal estar ao bebê também. Fique atenta aos sinais do seu filho, procure saber o que comeu quando ele sentir dores, evite este alimento e veja se apresentará melhoras.

Para saber por onde começar, confira alguns itens que muitas vezes estão relacionados a esse problema:

Leite de vaca;

Chocolate;

Leguminosas;

Vegetais da família das crucíferas (brócolis, couve, repolho);

Carne vermelha;

Café.

Alimentos proibidos para o bebê

Você já sabe que a partir dos 6 meses de vida do seu filho é possível iniciar a introdução gradual da alimentação complementar. Isso porque o leite materno não atende mais exclusivamente a todas as necessidades nutricionais do bebê. Mas a dúvida é: quais são os alimentos que não posso dar de jeito nenhum para meu filho?

01 - blog

A utilização de alguns alimentos na dieta de uma criança de até 1 ano aumenta o risco de sobrecarga dos sistemas digestivo e renal e ainda tem efeitos negativos no apetite do bebê.

Confira a lista de alguns alimentos que merecem atenção:

  • Leite de vaca:

Difícil ser digerido e pode causar constipação intestinal, anemia e intolerâncias alimentares;

  • Mel:

Pode esconder um tipo de toxina capaz de desenvolver uma forma de botulismo em crianças de poucos meses. Nessa idade, a flora intestinal ainda está em desenvolvimento e não consegue barrar a ação dessa bactéria;

  • Ovo:

Segundo as novas recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria, o ovo pode ser introduzido a partir do sexto mês. Antes, ele só entrava em cena no nono mês (a clara apenas depois de 15 meses). Converse com o seu pediatra;

  • Frutos do mar:

Recomendados somente após o primeiro ano de vida por disparar reações alérgicas;

  • Morangos:

Não recomendado por causa do uso excessivo de agrotóxicos nessa fruta;

  • Peixe:

A Sociedade Brasileira de Pediatria também liberou o consumo de peixes a partir do sexto mês. Converse com o seu pediatra e, quando oferecer, não se esqueça de retirar toda a espinha;

  • Amendoim e nozes:

Tradicionalmente causam muita alergia. Espere mais tempo para introduzir este alimento caso exista um histórico familiar de problemas.

Os perigos da culinária japonesa para as gestantes

Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados durante a gestação. A culinária japonesa, em sua origem, configura uma alimentação saudável. Mas é necessário estar atenta às variações que os pratos típicos orientais podem apresentar nos restaurantes brasileiros.

07 - blog

Cautela é a palavra a ser adotada. Os pratos cozidos, por exemplo, estão liberados, com exceção dos gordurosos, que devem ser moderados. Por outro lado, o consumo de peixe cru pode não fazer bem. No geral, a  carne crua ou mal passada, seja ela vermelha ou branca, tem algumas ressalvas que devem ser levadas em consideração. O peixe cru tem elevado porcentual de mercúrio, um metal que em determinadas concentrações pode lesar o sistema nervoso central do feto.

Deixando a carne crua de lado, os peixes e frutos do mar são alimentos saudáveis que podem ser consumidos na gravidez. Com eles você poderá repor nutrientes como ômega 3, iodo, fósforo e proteína, importantes para a gestação. Se você for comer fora de casa, seja qual for o tipo de alimento, observe a higiene do local para não desenvolver nenhuma intoxicação alimentar.

A primeira papinha do bebê

Por Betina Ettrich, nutricionista do Nasce

Quando o assunto é “a primeira papinha do meu bebê”, geralmente aparecem muitas dúvidas que causam ansiedade nas mães. Com razão, pois a introdução da alimentação complementar é um marco importante na vida e requer certa dedicação dos pais e/ou cuidadores. Estudos comprovam que a alimentação da criança desde o nascimento e nos primeiros anos de vida tem repercussões ao longo de toda a vida do indivíduo.

email (1)

Desde 2001, a Organização Mundial de Saúde recomenda que os alimentos complementares sejam oferecidos a partir dos 6 meses de idade. Isso porque a partir dos 6 meses as necessidades nutricionais do lactente não podem ser supridas apenas pelo leite humano e a maioria das crianças atinge um estágio de desenvolvimento geral e neurológico (mastigação, deglutição, digestão e excreção) que a habilita a receber outros alimentos que não o leite materno.

Alimentos complementares são quaisquer alimentos, que não o leite humano, oferecidos à criança amamentada. No início, os alimentos oferecidos ao bebê devem ser preparados especialmente para ele. E somente a partir dos 8 meses de vida poderemos ir modificando a alimentação aos poucos até atingir a alimentação da família aos 12 meses.

O ideal é escolhermos a cada dia um novo alimento de cada grupo alimentar para compor as papas do bebê. No início, os alimentos devem ser bem amassados e não devemos liquidificá-los nem peneirá-los. A recomendação é nunca fazer uma “sopa”, pois diminui a densidade energética da refeição do bebê (ou seja, teremos menos nutrientes em um volume maior).

Somente uma dieta variada assegura o suprimento dos nutrientes importantes para o crescimento e desenvolvimento da criança e favorece a formação de bons hábitos alimentares desde o início da vida.

Começo com fruta? Como eu monto a papa salgada? E quando começa a comida? Preciso dar água? Essas e outras dúvidas serão esclarecidas e orientadas no nosso Workshop de Papinhas, no dia 20/08, aqui no Nasce.

Inscrições e mais informações pelo telefone: (51) 3334 4503.

Benefício da maçã para o bebê

O pediatra já liberou as papinhas para o seu filho? Então está na hora de você conhecer os benefícios que alguns alimentos trazem para o bebê. As frutas são excelentes aliadas na alimentação infantil. Isso porque não costumam enfrentar resistência por parte das crianças, pois são saborosas e docinhas.

03 - blog

A maça, por exemplo, é uma excelente opção para você começar com as papinhas. A fruta tem boas concentrações de fibras, que contribuem para a regularidade intestinal do bebê. Além disso, para crianças que já estão com os dentinhos, a mastigação da casca, rica em vitamina C auxilia na prevenção de cáries.

Quer preparar uma papinha deliciosa para o seu filho e variar da conhecida maçã raspadinha? Confira essa receita prática e objetiva.

Você vai precisar de:

– 3 maçãs

– 50 ml de água

Modo de preparo:

1 – Cozinhe no vapor duas maçãs com casca e tudo por, aproximadamente, 20 minutos. Descasque a terceira maçã e bata no mixer com água até formar um suco grosso. Descasque as maçãs cozidas, amasse com o garfo e misture com esse suco.

2 – Sirva gelado.

3 – No inverno, a papinha pode ser servida morna.

%d blogueiros gostam disto: